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segunda-feira, 27 de maio de 2013

Marketing pessoal: como fazer esse cara ser você?

Fazer seu marketing pessoal - não tenha dúvidas - é muito importante. "Todo profissional deve trabalhar sua imagem, sua postura, sua conduta, porque é isso que vai fazer com que ele seja indicado, recomendado", garante especialista. Mas há grandes chances de as coisas não darem certo


Dizer que é “o cara” funcionou muito bem para o cantor, compositor (e rei) Roberto Carlos. Graças a sua prepotente canção “Esse cara sou eu”, ele conseguiu vender 1,5 milhão de cópias de um CD com quatro músicas, teve 500 mil downloads na iTunes e, obviamente, está ganhando uma boa grana com tudo isso. Nem sempre, entretanto, ser avalista de si mesmo dá certo.
Fora do mundo imaginário da poesia feita para derreter mulheres sonhadoras à espera de alguém que abra a porta do carro quando elas vêm vindo, esse tipo de postura pega mal. Além disso, a menos que você já tenha vendido mais de 100 milhões de discos, cantado para o papa e conseguido a façanha de fazer com que seu trabalho seja bem recebido em todos os lugares, ninguém vai dar muito crédito ao simples fato de você dizer que é alguma coisa.

Fazer seu marketing pessoal - não tenha dúvidas - é importante (bem importante!). Como ressalta o professor André Ortiz, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), “todo profissional deve trabalhar sua imagem, sua postura, sua conduta, porque é isso que vai fazer com que ele seja indicado, recomendado”. Mas, bancando o Ciro Bottini de si mesmo, como se sua carreira fosse uma câmera digital à venda no Shoptime, há grandes chances de as coisas não darem certo, de acordo com o que explica André.

“Quando se fala em marketing pessoal, as pessoas associam muito à imagem. Mas não é só isso. É, principalmente, a forma como você é lembrado pelas outras pessoas, o seu posicionamento. Existe uma falácia de que numa entrevista de emprego você deve dizer o que o entrevistador quer ouvir. Mas, na verdade, o que você tem que fazer é passar confiança. O entrevistador quer ver a marca registrada daquela pessoa”, ressalta o professor, que elencou cinco dicas que vão ajudar você a fazer um bom marketing pessoal.

1 - Comunique-se bem

Para fazer com que sua marca seja vista e reconhecida, você tem que se comunicar. Isso não significa, entretanto, que você deve passar o dia fazendo ligações, postando coisas no Facebook e interagir em todas as ocasiões com outros profissionais só para mostrar ao mundo que você existe e sabe fazer alguma coisa. “O bom comunicador não é o que fala muito, mas o que consegue ser bem compreendido”, destaca André Ortiz. Nesse sentido, procure trabalhar sua capacidade de discutir boas ideias, observando sempre os momentos mais oportunos. Procure, também, se tornar uma boa referência na área em que atua e conquiste boas avaliações dos seus stakeholders.

2 - Tenha uma postura profissional

Não adiantar bancar o piadista do escritório para conquistar a simpatia dos colegas e não conseguir mandar bem em suas responsabilidades. Além disso, para algumas funções, certos tipos de postura não são convenientes. “Às vezes, aquele brincalhão não é promovido mesmo sendo um bom profissional, porque não tem a postura exigida para o cargo”, ressalta André. Nesse ponto, não há fórmula pronta. O ideal é observar seu mercado, avaliar suas pretensões e procurar agir de forma condizente com o que almeja.

3 - Sim, é importante cuidar da aparência

Se você estiver pensando em ser vendedor ou vendedora da Chilli Beans, é melhor deixar o terno no guarda-roupas mesmo. Por outro lado, é melhor caprichar na beca quando for tentar ser sócio de Eike Batista. “A pessoa elegante é aquela que se veste bem no lugar pertinente, usa a vestimenta apropriada ao trabalho”, destaca o professor André Ortiz.

4 - Seja a fonte de novas (e boas) ideias

De nada adianta fazer a propaganda se o produto não for bom: o cliente compra na primeira vez e não volta nunca mais. Provar que é tão competente quanto divulgou ser é fundamental. “O bom profissional leva novas ideias para a empresa, faz acontecer, é um intraempreendedor, busca resultados, não é o que fica só reclamando. Quando existir um problema, apresente a solução”, recomenda André.

5 - Seja humilde

Apesar do pedantismo de seu eu lírico dizendo às mulheres que é o cara, Roberto Carlos não se concedeu o título de 'Rei'; conquistou-o. Por isso, não tente bancar o Romero Britto (um pintor brasileiro que fala com sotaque americano e quer que o mundo acredite que ele é o novo Picasso). “Prove sua capacidade primeiro. Construa sua carreira passo a passo. Reconheça que você é um eterno aprendiz”, sugere Ortiz.

 Fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/marketing/marketing-pessoal-como-fazer-esse-cara-ser-voce/76335/

terça-feira, 21 de maio de 2013

Ranking divulga as 100 marcas mais valiosas do mundo em 2013

Realizada pela BrandZ, lista dos dez primeiros contam com empresas de tecnologia, telecomunicações, bebidas, fasto food, cartão de crédito e cigarro
  
 
 
O setor de tecnologia mantém o domínio absoluto quando o assunto é valor das marcas. Apple, Google e IBM, respectivamente, ficaram na liderança do ranking "100 Marcas mais Valiosas do Mundo" da BrandZ™, encomendado pela WPP e realizado pela Millward Brown Optimor.

 
A Apple mantém a liderança do ranking em relação a 2012 e aumentou em 1% o valor da sua marca atingindo USD 185 bilhões. A Google também mostrou crescimento ultrapando a IBM no comparativo de 2012 e chegando a um valor de mercado de USD 113.669 bilhões ( A IBM ciau 3% e ficou com USD 112.536 bilhões).
 
No total, o valor combinado das 100 Melhores Marcas apresentou um aumento de 77% desde 2006 e valem agora $2,6 trilhões. Apesar de não estarem entre os dez primeiros, os produtores de bebidas alcoólicas apresentaram rápido crescimento: A cerveja, bebida alcoólica mais consumida do mundo, foi a categoria de maior crescimento na classificação deste ano. As 10 principais marcas de cerveja apresentaram crescimento de +36% e combinadas valem agora $63 bilhões. O setor beneficiou-se do aumento das vendas na América Latina e na China.
 
De acordo com David Roth, CEO da The Store da WPP, "o destaque do ranking deste ano é o retorno sobre o investimento que as marcas trazem para as empresas. Mostra que as marcas fortes geram um crescimento da parcela de mercado e do lucro por permitirem um sobrepreço e um retorno maior para os acionistas".
 
Eileen Campbell, CEO global da Millward Brown, empresa de pesquisa de marcas, acrescentou: "A valorização da marca e outras medidas que mostram retorno sobre o investimento de marketing dão aos marqueteiros um voz mais forte nos conselhos das empresas, garantindo que o marketing seja melhor compreendido e considerado como um elemento fundamental para o sucesso comercial e financeiro".
 

Posição em 2013
CategoriaMarcaValor da marca 2013 (US$M)Mudança no valor da marcaPosição em 2012
1TecnologiaApple 185.071+1%1
2TecnologiaGoogle113.669+5%3
3TecnologiaIBM 112.536-3%2
4Fast FoodMcDonald's 90.256-5%4
5Bebidas não alcoólicasCoca-Cola78.415+6%6
6TelecomunicaçõesAT&T75.507+10%8
7TecnologiaMicrosoft69.814-9%5
8CigarroMarlboro69.383-6%7
9Cartões de créditoVisa56.060+46%15
10TelecomunicaçõesChina Mobile55.368+18%10
 
Confira o ranking completo aqui: http://www.millwardbrown.com/BrandZ/Top_100_Global_Brands.aspx

Fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/marketing/ranking-divulga-as-100-marcas-mais-valiosas-do-mundo-em-2013/76142/
 

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Marketing: quanto mais maduro, melhor

Governança Corporativa, a grosso modo, pode ser definida como o conjunto de princípios, políticas e processos que definem e regulam a forma como uma empresa deve ser gerida.
 
Seu escopo abrange desde a valorização das diretrizes de transparência, até a concepção do modelo de gestão, adoção de melhores práticas, atribuição de responsabilidades, desenho dos modelos de relacionamento com os diversos públicos, seleção de métricas e indicadores, eleição de critérios e parâmetros para tomada de decisões mediante circunstâncias, dentre outros itens igualmente importantes.
 
Sua abrangência e aplicação levam em consideração as particularidades existentes na empresa e em seu setores/mercados de atuação; porém, têm na figura de seus stakeholders o principal atributo balizador para a concepção e implementação de seu modelo estratégico e rotina gerencial.
 
Um dos principais objetivos da Governança Corporativa é o de garantir o cumprimento de códigos de conduta pré-estabelecidos e consensados como norte de modelo de decisão-gestão da empresa, através de mecanismos e canais que visam reduzir ou eliminar conflitos de interesse, prover transparência acerca de seus atos e resultados, assim como estabelecer um convívio harmônico e de confiança para com todos os stakeholders e seu ecossistema de negócios em geral.
 
O valor principal de ativos classificados como intangíveis, tais como a própria Governança Corporativa, a Marca e o Relacionamento, por exemplo, somente podem ser contabilizados à medida em que fazem diferença material e relevante na percepção dos stakeholders por eles impactados. Ou seja, seu valor é sempre de fora para dentro.
 
Em um mundo cada vez mais interconectado, ativos os citados Governança Corporativa, Marcas e Relacionamento, além de outros como Sustentabilidade e Modelo de Negócios, passam a ter papel chave na construção da Reputação da Empresas e de suas Marcas, uma vez que os conflitos de interesse, as insatisfações individuais e coletivas, as redes de informação instantânea e seu poder de comparação, o potencial exponencial dos problemas nas relações da empresa com seus públicos, principalmente na equação comunicação-compreensão, e o intenso processo de geração de buzz por e para todos os stakeholders são variáveis impossíveis de extirpar do dia a dia gerencial das organizações.
 
Assim, problemas reais ou potenciais percebidos pelos stakeholders por eles impactados, sejam na imagem institucional da empresa, na qualidade de um produto ou serviço, nos resultados financeiros, em comunicações ou posições corporativas ou ainda em atitudes e decisões entendidas como não sustentáveis, dentre outros fatores, passam a ter instantaneidade, eco, amplitude e relevância cada vez mais acentuadas, principalmente no que se refere à forma como a empresa trata as questões críticas e específicas para cada natureza de stakeholder impactado e seus interesses e influências.
 
Neste contexto, podemos destacar o marketing como uma prática-disciplina com ampla inserção, interdependência e responsabilidade no que se refere à Governança Corporativa.
 
O Marketing (área), assim como Vendas, Atendimento ao Cliente, a Internet, a Comunicação Corporativa e áreas afins, como Relações com Investidores, como principais guardiões da imagem corporativa da empresa e de suas marcas, assumem co-responsabilidade de governança com a gestão da companhia, à medida em que atuam tanto na geração de demandas, expectativas e percepções, como também no relacionamento com clientes e demais públicos e no esclarecimento de fatos e posturas corporativas em face aos diversos acontecimentos internos e externos.
 
Desta forma, estas áreas ocupam papel de destaque por estarem ligadas às estratégias de comunicação corporativa (de geração e proteção de valor), e à performance financeira da empresa, mediante o desenho e implementação de estratégias comerciais, mercadológicas e de relacionamento, bem como na gestão dos orçamentos associados (que geralmente não são pequenos e apresentam, atualmente, alto grau de imensurabilidade e correlação técnica comprovada com os resultados positivos ou negativos aferidos).
A importância de uma política clara e bem conduzida de Marketing (governança) é de fundamental valor para a empresa e seus stakeholders.
 
As políticas corporativas que envolvem o posicionamento corporativo, assim como as relações e critérios para relacionamentos com toda a sua cadeia de valor, acabam por formar os limtes de atuação do Marketing, assim como o teor e abordagens ideais para com seus elos produtivos e comerciais, abrangendo públicos internos e externos.
 
Alguns dos principais benefícios diretos decorrentes de uma política de Governança em Marketing ou mesmo a inserção do marketing nas políticas corporativas estão ligados à redução dos riscos reais e potenciais decorrentes de um desalinhamento do marketing com a estratégia corpoarativa envolvendo investimentos em ações e projetos que não deveriam ser priorizados.
 
Outros benefícios são a conquista de percepções mais favoráveis junto aos formadores de opinião e market makers, assim como a utilização de indicadores de performance pré-definidos que deixem claro a contribuição do marketing para o atingimento das metas corporativas e a respectiva comprovação da eficiente gestão orçamentária (volumes e prioridades).
 
Governança é, acima de tudo, gerir, estabelecer critérios, parâmetros e responsabilidades, a fim de protejer e aumentar o valor da empresa para os acionistas e para todos os envolvidos em sua cadeia de valor. Quanto maior a maturidade da função maketing nas empresas, maiores são as chances de se obter resultados mais positivos e perenes do que a concorrência.

Fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/marketing/marketing-quanto-mais-maduro-melhor/70489/

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Como elevar os ganhos de sua empresa com a excelência no atendimento?

Planejamento ideal para suprir necessidades dos clientes envolve ações de marketing e atenção com novas tendências do mercado

O principal alvo das empresas é potencializar sua área de vendas para, consequentemente, elevar seu faturamento. A questão é que para obter êxito é preciso capacitar sua equipe de atendimento para que ela possa suprir as necessidades dos clientes. E para que isso ocorra algumas atitudes, se seguidas à risca, podem ajudar na forma de fidelizar os clientes e evitar problemas para negociações concretizadas.

De acordo com Roberto Fanani, diretor do Inapem, empresa especializada em capacitação profissional e eventos voltados a gestores corporativos, os princípios básicos para um atendimento de qualidade não foram alterados, porém, o grande "x" da questão é que os clientes mudaram suas estratégias para se sentirem confortáveis ao contratar um serviço e comprar desejado produto.

O cliente acaba estabelecendo seu padrão de referência quanto ao atendimento, e que sofre constantes alterações em função de novas tendências e experiências. "Para passar por esse obstáculo, a empresa deve ter visão globalizada das situações, de maneira que possa conquistar clientes. Uma forma disso é voltar suas atenções para ações de marketing de atendimento, nas quais resultam, na grande maioria, em fidelização", explica Fanani, que ressalta ainda que as maiorias das organizações não se atentam a este detalhe.
Imagem: Thinkstock

Outro ponto ressaltado pelo especialista condiz com a falta de entendimento do desejo do cliente. Deve-se procurar identificar a real necessidade, assim, o atendimento e venda serão perfeitos. A maneira para que isso ocorra é evitar deslizes relacionados à prazos de entrega, erro de endereço e quantidade. "O fator determinante na escolha de um produto ou serviço pelo cliente nem sempre é o preço ou as condições de pagamento, mas sim, a qualidade do atendimento e a habilidade de se conduzir a transação", afirma Fanani.