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segunda-feira, 6 de outubro de 2014

10 características de um chefe ruim



Descubra o que você está fazendo de errado e como isso pode prejudicar a sua equipe


Será que você está sendo um chefe ruim sem notar?  (Foto: Thinkstock)

Os líderes de uma empresa nem sempre são bem avaliados pelos funcionários. As causas são muitas: uma postura arrogante ou autoritarismo são algumas delas e acabam atrapalhando uma relação que poderia ser saudável e de confiança.
Chefes que não têm conhecimentos básicos para a gestão de uma equipe podem comprometer o desempenho de um negócio, seja ele pequeno ou grande.
Listamos, abaixo, as dez piores atitudes que acabam com o seu poder de liderança:
1. Indecisão
Bons líderes precisam ser capazes de tomar decisões rapidamente. Aqueles que não conseguem são considerados fracos para a equipe, que percebem a a insegurança e o medo de errar transmitidos pelo chefe. 
2. Teimosia
Não ouvir o que os funcionários têm a dizer a respeito de determinado assunto é um dos maiores erros dos chefes, que normalmente acreditam estar sempre com a razão. Todas as pessoas têm um modo diferente de analisar algumas situações e isso pode contribuir para os negócios da empresa.
3. Arrogância
A arrogância é um dos piores traços encontrados nos líderes. Acredite: nenhum funcionário quer ouvir você se gabar de algo o tempo todo. Isso só faz com que você seja criticado na empresa.
4. Antipatia
Se você não é um chefe simpático, que passa uma boa impressão aos funcionários, provavelmente você e sua equipe terão uma grande falha na comunicação, já que haverá certo distanciamento entre vocês. Consequência: o empenho da empresa vai declinar.
5. Achar culpados
Maus líderes tendem a achar culpados para tudo que acontece de ruim com a empresa. Se você quer ser um bom profissional, assuma os erros dos seus funcionários e resolva o problema em equipe. Não aponte sempre os erros. Saber a hora de elogiar também é importante.
6. Ser emotivo
Ás vezes é complicado separar a razão da emoção. Mas, líderes que tomam qualquer atitude levando em conta apenas o emocional, sem analisar toda a situação e os dados obtidos, normalmente tendem a fracassar.
7. Desrespeito
Se você tratar seus funcionários de forma mal-educada, eles não terão prazer em trabalhar na sua empresa. Assim, o rendimento dos seus negócios vai cair. Para que você seja bem sucedido, deixe a equipe feliz e os problemas pessoais fora do ambiente de trabalho.
8. Cobrança
Todo funcionário precisa ter prazos e ser cobrado pelas suas tarefas, mas ficar em cima o tempo todo controlando os resultados e o andamento dos trabalhos dará a impressão, para toda a equipe, que você está desconfiando da capacidade dos que trabalham com você. É só saber dosar.
9. Tratar com favoritismo algum dos funcionários
É normal que alguns chefes tenham mais afinidade com determinados funcionários do que com outros. Porém, mostrar a toda equipe que existe um favoritismo vai causar um mal estar e ciúmes entre os profissionais que trabalham com você.
10. Manter sempre os olhos fechados para algo novo
Todos os bons líderes têm uma visão clara sobre todos os assuntos e pensam em longo prazo. Por não terem medo de inovar, estão sempre dispostos a mudar e ampliar os negócios da empresa.
Http://http://revistapegn.globo.com/Noticias/noticia/2014/07/10-atitudes-que-te-tornam-um-chefe-ruim.html

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Como sobreviver no trabalho com um chefe muito crítico? Veja dicas

Profissional deve considerar as críticas e avaliar seu desempenho.
Se reclamações forem injustas, funcionário pode conversar com o gestor.
 
Muitas críticas e poucos elogios podem acabar com a disposição do profissional no ambiente de trabalho. Quando a bronca é injusta, a situação pode ficar ainda pior. Mas o funcionário que sabe questionar as críticas pode transformar a raiva em uma relação profissional melhor.
 
Segundo Beth Taylor, consultora de carreiras do PayScale, o profissional precisa ter um bom "jogo de cintura" para aprender a conviver com o chefe crítico. "Às vezes, é o empregado que terá que determinar o quanto a crítica é construtiva ou injusta", diz.
 
Considere as críticas

 O primeiro passo para lidar com as críticas no trabalho é se afastar do ego e de todos os sentimentos negativos e pessoais que o profissional possa ter contra o gestor. Um chefe rude, que normalmente critica seus funcionários e quase não faz elogios, não possui liderança e habilidades interpessoais, mas isso não signifca que sua percepção de qualidade de trabalho seja errada, segundo Beth Taylor.
O profissional precisa pensar em críticas específicas, ser objetivo e procurar a sua validade. Ele pode tentar responder a algumas perguntas como "existe algo que pode ser melhorado?" e "é possível aprender com a experiência?'". Se as respostas forem positivas, ele pode tentar entender o fundamento das críticas e melhorar.
 
Críticas injustas

 Se as críticas realmente forem injustas, o profissional pode conversar com o chefe. O ideal é evitar o confronto direto com frases como "você foi injusto comigo". A melhor opção é discutir a situação e não o comportamento do chefe.
De acordo com Beth, não existe nenhuma garantia de que o gestor será receptivo, mas se o funcionário juntar seus bons resultados e mostrar como está ajudando a empresa, ele pode ter sucesso na conversa.
 
Lidando com o estresse

 Chefes muito críticos e que não são abertos para sugestões causam grande estresse na equipe e ainda podem prejudicar a produtividade e os resultados. Segundo a American Psychological Association (APA), o que causa estresse emocional em uma pessoa pode não ser tão impactante para outra, por isso é importante que o profissional analise realmente o que causa esse estresse.

Se a resposta for o chefe, a melhor opção para resolver o problema é conversar e tentar uma boa convivência. A possibilidade de ter essa discussão já vai deixar o funcionário com mais energia emocional e mais dedicado ao trabalho, segundo Beth.
 
 

domingo, 31 de agosto de 2014

Recife será palco da 17ª edição CRIARH


No período de 15 a 17 de outubro de 2014, Recife - capital pernambucana, será palco da 17ª edição do CRIARH (Congresso Brasileiro de Criatividade RH & Gestão com Pessoas). Este ano, o evento contará com 23 atividades entre palestras de plenária, apresentações simultâneas, seminários e mini cursos. De acordo com os coordenadores do congresso, o CRIARH tornou-se um momento para que profissionais inovadores, juntamente com os facilitadores, tenham espaço e condições para criar, refletir, analisar, sugerir e propor alternativas.
Tendo como tema central "Nanoações para grandes transformações", o 17º CRIARH enfatizará que todos educadores e colaboradores em uma Sociedade da Aprendizagem, ou seja, um novo paradigma congregando pessoas que pensam, realizam e incentivam grandes transformações individuais e coletivas a partir de valores orientados para a promoção da qualidade de vida pessoal, profissional e social, através de Nanoações, pequenas iniciativas capazes de modificar comportamentos, modelos e processos.
"Transformar é reeducar, mudar a forma, formar-se de novo. É despertar novos sentimentos, é conscientizar sobre atitudes. É trans...valorar, enaltecendo o ser em detrimento do ter, estimulando cada indivíduo a cultivar valores humanos para a construção de uma sociedade mais colaborativa, justa e saudável", salienta Hilda Teles, coordenadora do CRIAHR.

Serviço:
17º CRIARH (Congresso Brasileiro de Criatividade RH & Gestão com Pessoas)
Data: de 15 a 17 de outubro de 2014.
Local: Recife/PE.
Informações e Inscrições: www.criarh.com.br


terça-feira, 12 de agosto de 2014

Você está infeliz no trabalho?

Reflita sobre esta questão, respondendo a algumas perguntas básicas:
- Você sente que está sendo subutilizado em sua empresa?
- Você não consegue aprender mais nada durante o seu dia a dia no trabalho?
- Você não tem progressão na carreira há algum tempo e não visualiza qualquer oportunidade de crescimento no setor em que trabalha?
- Algumas políticas de Recursos Humanos da sua empresa lhe parecem bastante injustas?
- Você tem chegado à sua residência estressado, confuso ou cansado com a sensação de que o seu dia foi extremamente improdutivo?
Responder a estas questões fará com que você reflita sobre a sua motivação atual para o trabalho.
O interessante é que a frustração profissional pode nos levar a reagir de algumas maneiras bastante distintas:
- Irritabilidade ao extremo: você está prestes a explodir. Ou vai entrar na sala do seu chefe e dizer tudo o que pensa dele e da empresa sem medir as consequências, ou vai pegar as suas coisas e pedir demissão sem refletir sobre os resultados deste ato.
- Depressão: você em breve estará tomando antidepressivos ou medicamentos para síndrome do pânico. A sua infelicidade está estampada em seus olhos e em suas atitudes. A sua família está preocupada, mas não consegue ajudar. Só em pensar que você precisa acordar no dia seguinte para mais um dia de trabalho, isso já lhe dá pânico e dores de cabeça.
- Comodismo: você já entendeu que a sua empresa e o seu chefe são assim mesmo. Nada vai mudar. Tudo bem! "Continue fazendo o básico, não reclame e o seu salário estará garantido no final do mês. Faz parte do jogo corporativo", você pensa.
Se pensarmos bem, todas essas reações têm implicações negativas, pois sabotam a nossa chance de sair desta situação de infelicidade.
É importante ter em mente que fazer a nossa parte perante um problema ou incômodo é esgotar as possibilidades de resolução.
Sugiro, então, algumas dicas que podem ser bastante úteis nestes momentos que parecem parar o nosso crescimento profissional.
1) Faça uma autoanalise dos seus comportamentos e posturas. Pessoas ansiosas demais e que demonstram insegurança a cada nova demanda acabam sendo excluídas; profissionais fofoqueiros ou aqueles que vivem reclamando de tudo e de todos não são bem vistos por ninguém. Pessoas sem iniciativa ou apáticas, nunca são chamadas para participar de novos projetos; profissionais explosivos e com baixo equilíbrio emocional são alvo fácil de rótulos e ninguém gosta de trabalhar com eles. Verifique se alguma de suas características comportamentais tem impedido o seu crescimento na empresa, gerando esta infelicidade profissional.
2) Converse com o seu gerente, com um colega da sua confiança ou com um mentor e procure entender o que está acontecendo. Eles poderão ajudá-lo a identificar algumas formas ou saídas para minimizar sua insatisfação no trabalho. Talvez a empresa esteja passando por algumas dificuldades e toda a equipe também está sofrendo com a situação - pelo menos você entenderá o que de fato está ocorrendo com você e com as pessoas ao seu redor.
3) Ofereça ajuda para o trabalho que um colega esteja desenvolvendo. Você demonstra empatia com o outro e, no final, acaba sentindo-se útil. Isto estimula a sua motivação que estava esquecida, gerando aprendizado para ambas as partes, pois ocorre a troca de experiências e conhecimentos.
4) Utilize o seu ambiente de trabalho como um laboratório para novas experiências. Olhe ao seu redor e veja em que você pode ser útil. Teste novas ideias, implemente novos programas, junte-se às pessoas motivadas, faça a diferença. Quando você se movimenta e se comunica acaba encontrando muitos "espaços" que necessitam da sua colaboração. Isto é um propulsor de motivação.
5) Faça cursos extras, mesmo que o custo tenha que sair do seu bolso. Ao adquirir novos conhecimentos, a motivação acaba reacendendo. Procure ainda utilizar este novo aprendizado em sua rotina diária de trabalho. Isto lhe trará mais autoconfiança.
6) Busque um processo ou uma área em sua empresa que possa lhe trazer mais satisfação. Assim que surgir um projeto interessante tome a iniciativa e peça ao seu gerente para participar. Ou ainda, converse com pessoas de outros setores para entender onde você se encaixaria melhor. As empresas desejam pessoas produtivas, mesmo que para isso elas tenham que mudar de área. Ao entrar em novos desafios, você se sentirá mais motivado e, provavelmente será mais produtivo. Por outro lado, se não há espaço ou possibilidades para fazer isso em sua empresa, comece a olhar para fora.
7) Atualize o seu currículo antes de sair procurando uma nova recolocação. Você precisará olhar para ele e entender como os seus pontos fortes e habilidades podem de fato contribuir com outras empresas. Se você mal se conhece, como vai convencer uma organização a contratá-lo?
8) Esteja preparado para uma entrevista. Um bom currículo não é garantia de que você conseguirá um emprego rapidamente. Conheço inúmeras pessoas com um background excepcional, mas que não passam da entrevista. Leia mais sobre o assunto e entre em grupos de discussão para entender o que os empregadores estão demandando durante este processo.
Esteja certo de que existem inúmeros lugares e inúmeras atividades que você pode realizar e que lhe trarão de volta a sua motivação no trabalho, mas é você quem precisa entrar em ação!
Por outro lado, as empresas precisam estar atentas e monitorar de perto a motivação dos seus empregados. As pessoas não acordam cedo para ir ao trabalho a fim de realizar tarefas. Elas querem ir ao trabalho para acrescentar VALOR à organização e às pessoas a sua volta.

Fonte: http://www.rh.com.br/Portal/Motivacao/Artigo/9361/voce-esta-infeliz-no-trabalho.html#

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Quem é o novo profissional do mercado financeiro?

Consultores e recrutadores apostam em um profissional mais fundamentalista, que conheça além das ações, a empresa e o setor da economia

O mercado de trabalho é mesmo curioso. Enquanto surgem novas profissões e as mais tradicionais continuam em alta, existem aquelas que são menos comentadas, até desconhecidas por uma parte da população, mas que demandam especificidades. Esse pode ser o caso do operador, analista de mercado financeiro.

 
No tempo do pregão viva-voz da Bovespa, finalizado em julho de 2009, os operadores compartilhavam de um ambiente de negociação presencial. Aquela cena com homens gesticulando, aos berros em diversos telefones, comprando e vendendo ações, deu lugar ao trabalho nas corretoras e as negociações eletrônicas feitas através de home-brokers.
Atualmente este profissional tem uma atuação mais focada em análise fundamentalista, que tem conhecimento de ações, do setor de atuação da empresa e de setores específicos da economia.

Há também o perfil mais técnico, que não deixa de conhecer os fundamentos, mas que fica na mesa, operando no dia a dia, se relaciona com o cliente e analisa a compra e a venda e prospecção de oportunidades de negócios.

Mercado estagnado

A gerente da divisão de mercado financeiro da Roberto Half, Ana Guimarães, ressalta que devido aos movimentos de fusões e aquisições o mercado financeiro está cada vez com um número menor de companhias, fator que pode ser positivo, uma vez que exige que este profissional "converse" mais e esteja mais próximo dos acontecimentos. 
Apesar disso, Frederico  Vani, diretor das Asap, consultoria de recrutamento e seleção de executivos, esclarece que houve um aumento na remuneração deste profissional no período pós-crise - a partir de 2010 - com a chegada de novas instituições financeiras no País. Segundo ele, agora existe ainda mais a necessidade de um incremento técnico para atuar neste mercado.
Para o especialista na área de mercado financeiro da Michael Page, Luciano Bernardi, hoje não há grande demanda por esse profissional. As corretoras e bancos, local de atuação deste profissional, buscam cada vez mais um profissional analítco, “com foco bastante fundamentalista, com conhecimento econômico setorial”.

Tomador de risco e especializado
Os profissionais normalmente são das áreas de administração de empresas, economia, matemática e engenharia, cursos mais ligados a números. No entanto, é bom destacar que existem cursos específicos que complementam a formação. ‘“O mercado exige especialização”, diz Bernardi da Michael Page.
Ana, da Robert Half, destaca que além da formação este profissional deve ser ágil, dinâmico, tomador de risco e focado nos resultados. “Ele deve vestir a camisa, ter gás e energia. É importante para o profissional acompanhar a inovação do mercado. Hoje o operador está mais perto do cliente e deve ter um perfil diferenciado”.
O diretor da Asap lembra que inglês fluente é fundamental para este profissional. Após a chegada de instituições estrangeiras no País, o operador deverá cada vez mais trabalhar com diferentes produtos financeiros, fazendo operações ao redor do mundo. “Cursos de aperfeiçoamento e atualização são essencias para se manter neste mercado, além de ser maduro, já que vai lidar com o dinheiro do outro".

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

E-commerce: 4 características indispensáveis aos empreendedores virtuais


NO E-COMMERCE, NÃO ADIANTA APENAS TER UMA LOJA VIRTUAL ATIVA, É PRECISO TRABALHAR CRIATIVIDADE, INOVAÇÃO, "FEELING" E INICIATIVAS NAS DIVERSAS FERRAMENTAS DISPONÍVEIS PARA O CRESCIMENTO DA LOJA

Com o constante crescimento do e-commerce, é muito comum a entrada de novos empreendedores no mercado virtual brasileiro. Dessa forma, é necessário identificar as características empreendedoras que influenciam no sucesso de uma empresa na web.
Por exemplo, no e-commerce, não adianta apenas ter uma loja virtual ativa, é preciso trabalhar criatividade, inovação, "feeling" e iniciativas nas diversas ferramentas disponíveis para o crescimento da loja. Sendo assim, vejamos a fundo algumas características indispensáveis aos empreendedores virtuais:
1. Foco e disciplina. Para ser bem sucedido é preciso saber onde se deseja chegar; isso é o foco. A disciplina entra, juntamente, no caminho entre o start e a linha de chegada. Nesse sentido, destacamos a necessidade de constante planejamento, traçado de metas e objetivos, sempre visando o crescimento da empresa;
2. Ação constante. Não fique esperando as coisas acontecerem. Não espere o consumidor simplesmente "achar" sua loja e entrar: atrai-o até seu negócio, chame a atenção dele, ofereça-lhe as melhores condições, o melhor atendimento, os melhores produtos, enfim, os melhores motivos para ser cliente;
3. Aproveitamento e criação de oportunidades. Quando as oportunidades aparecerem, analise-as e, se interessantes, abrace-as. Contudo, crie suas próprias oportunidades. Em relação ao negócio, crie motivos e circunstâncias para seu consumidor interagir mais, consumir mais; para isso, faça uso das mídias sociais, de promoções, de ofertas, etc;
4. Aprendizado e evolução com os erros. Erros são comuns sim, principalmente, no início do empreendimento. Dessa forma, fique sempre atento para não cometer gafes, seja com logística, atendimento ou mesmo com as mídias sociais. Procure e analise falhas divulgadas na web, aprenda com erros alheios. No entanto, caso sua loja cometa alguma gafe, corrija-a (não passe, simplesmente, por cima), aprenda e evolua, sempre.
O sucesso de uma empresa, independente de seus recursos, está diretamente ligado à mente empreendedora. Sendo assim, tais características devem sempre ser cultivadas para que a loja virtual se mantenha em constante expansão. Boas vendas! 
Felipe Martins - fundador e presidente da empresa DOTSTORE, especializada em criação e assessoria em Loja Virtual. 

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Mais de 23% dos trabalhadores informais têm ensino Superior, diz FGV


O estudo traça o perfil dos trabalhadores informais no Brasil e quais setores possuem maiores taxas de informalidade

Um estudo realizado pela FGV (Fundação Getulio Vargas) em parceria com o IBRE (Instituto Brasileiro de Economia) revela que, em 2009, mais de 23% dos profissionais que possuem ensino Superior ou grau maior de estudos atuam na informalidade.
A maioria dos trabalhadores informais (que não possuem carteira de trabalho) ainda é a parcela de menor escolaridade, em média, de zero a três anos de estudos, representando 59,1% do total. Próximos a esses trabalhadores aparecem os profissionais com escolaridade entre quatro e sete anos, com quase 49%, seguidos pelos trabalhadores que possuem até dez anos de ensino, 37,7%, e pelos que têm ensino Médio completo.

Setor

A pesquisa também levantou os números de informalidade por setor. Nesse quesito, a Indústria Extrativa Mineral se destaca, com mais de 64% de trabalhadores informais. O estudo aponta que a taxa elevada neste setor pode estar associada ao trabalho familiar de pequenas propriedades.
A lista segue com Serviços de Administração Pública, com 59,7%, outros serviços, com 47,1%, Indústria da Construção, com 44,6% e Serviços de Alojamento e Alimentação, com 37,5%.
“Setores intensivos em mão de obra se mostram como aqueles com maior taxa de informalidade como pode ser visto com base na informalidade elevada dos setores de serviços”, consta no estudo.

Informalidade em queda

De 2002 a 2009, a taxa de informalidade caiu em 6,2% e o desemprego 0,8%. Segundo dados da PME (Pesquisa Mensal de Emprego), houve uma queda ainda mais significativa entre 2009 e 2011, atingindo 14,6% de diminuição.
Além das iniciativas do governo, um dos motivos para esse resultado é a redução na participação de jovens no mercado de trabalho, visto que tal grupo apresenta alta informalidade. A baixa registrada também significa que os jovens brasileiros estão se dedicando aos diferentes níveis de estudos.
“A manutenção dos jovens nas escolas por mais tempo melhora a inserção destes no mercado de trabalho com taxas de desemprego menores e reduz a chance destes serem trabalhadores sem carteira”.

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Veja 4 razões para não desistir da empresa quando ela está em crise


Em clima pesado para o Facebook, Mark Zuckerberg e sua equipe continuam com a moral alta. Confira as máximas antes de deixar ou não este barco

Há cerca de seis meses atrás, trabalhar no Facebook daria inveja a todos os profissionais da área de criação, negócios e tecnologia. Mas, desde que as ações da empresa caíram drasticamente, muitos deles desistiram de tal sonho de carreira.
Por mais que o clima não esteja dos melhores, a moral dos profissionais do Facebook parece continuar alta. Até mesmo o CEO da empresa, Mark Zuckerberg, reconheceu em reunião com equipe que assistir as ações caírem pode ser “doloroso”, segundo o site Careerbliss.
Em situação como essa, quando uma empresa está em crise, nem sempre a melhor saída é deixar o barco. Para o diretor da DePauw University, Steve Langerud, quando há informação sobre instabilidade financeira de sua empresa, a notícia se espalha rápido, com informações que podem ou não ser verdadeiras.

Você está preparado?

Assim, antes de tomar qualquer decisão, o site Careerbliss elaborou quatro pensamentos que você deve considerar antes de seguir com seus planos:
1. Você está nele por um motivo, qual é? "Nós não construimos serviços para ganhar dinheiro", escreveu Zuckerberg no prospecto do IPO do Facebook. "Nós ganhamos dinheiro para construir melhores serviços. As pessoas querem usar os serviços de empresas que acreditam em algo além de simplesmente maximizar os lucros”.
O que te leva a trabalhar naquela empresa? Apenas dinheiro ou tem algo a mais? Esse “algo a mais” vale a pena apostar? Se você trabalha em uma instituição que realmente muda algo em você, te faz viver melhor, você pode suportar futuras dificuldades financeiras da empresa. Ser otimista e acreditar que a empresa sairá desta crise também é importante.
O Wall Street Journal informou recentemente que alguns dos profissionais do Facebook são positivos em relação às perdas, porque acreditam sinceramente na empresa. "Eu terei uma perda de curto prazo", diz o empregado, de acordo com a notícia.
2. Ainda há esperança: se nem tudo está perdido, não há razão para se desesperar prematuramente. "Todas as empresas, em um momento ou outro, poderá estar em perigo. E a maioria delas sobrevive", ressalta um escrito de Guia Profissional do The Wall Street, Roy Cohen. Ele diz que se há problemas a curto prazo, uma dificuldade passageira como a perda de clientes ou pouco faturamente pode ser desculpa para deixar a empresa.
O que é preciso fazer nessas horas é pesquisa e estar bem informado. Por mais que não te digam nada, sentir o clima da empresa e a preocupação dos empresários e gestores é uma alternativa.
3. Questão de confiança: Você confia em seus chefes, colegas de trabalho e acionistas? Após observar o que acontece na sua empresa e se certificar de que há algo por trás de tanta ansiedade e nervosismo, se perguntar se você confia no desempenho da sua empresa é fundamental para insistir ou deixar a causa.
Por fim, uma questão importante para determinar o seu destino: "Você consegue se ver como parte da equipe que irá vencer essa dificuldade?" Se a resposta for não, é hora de repaginar seu currículo.
4. Situações desafiadoras, novos caminhos: "grandes riscos trazem grandes recompensas", diz Langerud. Além disso, se você apostar neste barco e ele não afundar, mostrará aos seus superiores que você é um profissional determinado, leal e persistente.
Também, nessas crises há mudanças de cargos da diretoria e novas oportunidades podem se abrir para você.
Acima de tudo, pensar na sua carreira e montar um plano para o futuro irá ajudar a avaliar se essa empresa trará mais benefícios do que outras oportunidade. "Os profissionais devem gerir a sua própria carreira, em vez de acreditarem que a organização vai fazer isso por eles", diz McMillan. Vale lembrar que nenhuma das razões acima deve impedí-lo de estar preparado para uma saída estratégica, caso você decidir que é hora de saltar para outros rumos.

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Pesquisa revela quais são as profissões preferidas pelos brasileiros que fazem MBA


Uma pesquisa realizada pela feira The MBA Tour identificou as preferências profissionais dos brasileiros, paulistas e cariocas, que fazem MBAs internacionais

Segundo a pesquisa, a preferência da maioria dos paulistanos é atuar na área de negócios e inovação tecnológica (20%), já da maioria dos cariocas é trabalhar com planejamento estratégico de empresas (16%). Como segunda opção dos estudantes de São Paulo está a área de finanças, com interesse de 19% dos entrevistados, enquanto os alunos do Rio de Janeiro preferem a área de marketing, pesquisa de mercado e gestão de marcas com 13%. Há também uma parcela importante desses estudantes que tem interesse em usar os conhecimentos do MBA para se tornar empresários, 9% em São Paulo, e 12% no Rio de Janeiro.

Também atraem os paulistanos a área de planejamento estratégico (17%), marketing, pesquisa de mercado e gestão de marcas (7%) e vendas e gestão de clientes (4%). Já os cariocas almejam atuar na área financeira (11%), negócios e inovação tecnológica (9%) e gestão da cadeia de abastecimento (5%).

O percentual de brasileiras que faz um MBA cresce a cada ano, por isso, a pesquisa também buscou entender as preferências profissionais das estudantes que concluem um MBA internacional. Tanto a maior parte das paulistanas (19%) quanto das cariocas (26%) têm interesse em seguir carreira na área de marketing, pesquisa de mercado e gestão de marcas.
Outros segmentos que interessam ao público feminino são: planejamento estratégico de empresas, atraindo 10% das paulistanas e 9% das cariocas; finanças corporativas sendo a referência de 12% das estudantes de São Paulo e de 7% das estudantes do Rio. As estudantes de São Paulo também desejam ser empresárias (8%), atuar na área de negócios e inovação tecnológica(7%) e gestão de recursos humanos e relações de trabalho (6%). Enquanto as alunas do Rio de Janeiro preferem: gestão de recursos humanos e relações de trabalho (9%), direito empresarial (7%) e negócios e inovação tecnológica (6%).