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quarta-feira, 22 de julho de 2015

10 segredos de comunicação dos líderes excepcionais

Saiba os segredos dos grandes líderes e comunicadores na hora de passar uma mensagem

Grandes líderes se conectam com as pessoas em níveis emocionais sempre que falam. Suas palavras inspiram outros a atingir patamares que eles mesmos acreditavam ser impossível atingir.

Grandes comunicadores são bem direcionados, e possuem 10 segredos na hora de entregar uma mensagem forte. Coloque essas dicas em prática para melhorar a sua comunicação e veja como sua capacidade influência decolar.

1 - Conheça seu público

Grandes comunicadores não se importam em soar importantes, demonstrar experiência ou alimentar o próprio ego. Em vez disso, eles pensam no que as pessoas precisam ouvir, e como eles podem entregar essa mensagem de forma que as pessoas consigam escutar. Isto não significa que líderes dizem as pessoas apenas o que elas querem ouvir. Pelo contrário, elas dizem as pessoas o que é importante para elas, mesmo que as notícias sejam ruins.

2- Elas são experts em linguagem corporal

Grandes comunicadores estão sempre acompanhando a reação das pessoas às mensagens que elas recebem. Elas são rápidas em captar expressões faciais e corporais, por que sabem que esse é o único feedback que muitas pessoas dão. Grandes comunicadores usam essa expertise para moldar a mensagem e ajustar o estilo de comunicação de acordo com a necessidade.
3 - Elas são honestas

Os melhores líderes sabem que para que a comunicação sejam bem sucedida, ela precisa ser verdade. Não pode ter pessoas analisando cada palavra, tentando separar o que é fato e o que é enrolação. Quando grandes comunicadores não podem dividir certas informações, eles falam a verdade. Por que respostas construídas em cima de meias verdades vão alimentar a desconfiança e ansiedade. Em tempos bons ou ruins, a honestidade é o que constrói confiança.

4 - Eles são autênticos

Grandes comunicadores não tentam ser algo que não são, apenas por que eles ficaram atrás no pódio. Existe um motivo pelo qual Mark Zuckerberg apresentou o Facebook aos investidores vestindo moletom e jeans. Grandes líderes são fiéis à própria essência e as pessoas gravitam em volta das mensagens deles. Eles sabem que o oposto acontece quando líderes dão escândalos.

5 - Eles falam com autoridade

Grandes comunicadores não tentam se encobrir sendo ambíguos, insossos e pouco assertivos. Em vez disso, eles falam diretamente sobre como as coisas e como precisam ser.

6 - Eles falam para grupos como para individuais
Líderes raramente se dão ao luxo de falar com uma pessoa por vez. Em uma mesa de conferência ou em auditórios lotados, grandes líderes sabem como trabalhar para que cada pessoa sinta como se a pessoa estivesse falando diretamente com ela.

7 - Eles tem ouvidos (e sabem como usar)

Grandes líderes sabem que a comunicação é uma estrada via dupla e que escutar é, muitas vezes, mais importante que falar. Quando outra pessoa está falando, grandes comunicadores não estão pensando a frente ou planejando as próximas palavras. Eles estão escutando atentamente e buscando entender a perspectiva do outro.

8- Eles usam frases como “a culpa é minha”, “eu estava errado” e “me desculpe”

Quando grandes líderes cometem um erro, eles admitem rapidamente. Eles não esperam por outra pessoa para encontrar e apontar. Além disso, grandes comunicadores tomam responsabilidade por suas palavras e ações, mesmo quando saem por impulso. E fazem isso sem dramas ou falsa humildade.

9 - Eles solicitam Feedback
Os melhores comunicadores nunca confiam que a mensagem que as pessoas ouviram é exatamente o que eles quiseram entregar. Eles checam para verificar que as palavras foram compreendidas corretamente, e se não, eles não culpam o público. Em vez disso, eles mudam e tentam novamente.

10 - Eles são pró-ativos

Líderes com habilidades em comunicação não perdem tempo. Eles são rápidos em tirar rumores de circulação por compartilhar as más notícias. Também oferecem objetivos claros e boas direções para que as pessoas não se percam.

Unindo tudo

Grandes comunicadores se destacam na multidão. Eles são honestos, autênticos e sabem escutar. Eles são excelentes em comunicação por que valorizam essa habilidade, e esse é o principal passo para se tornar um grande líder.
Fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/cotidiano/10-segredos-de-comunicacao-dos-lideres-excepcionais/88772/

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Como escolher aqueles que serão os futuros líderes da empresa?

O primeiro passo para escolher o futuro líder é avaliar como serão os próximos cinco, dez e quinze anos da empresa

Sem os critérios apropriados, a escolha dos futuros líderes pode colocar em risco uma companhia. Infelizmente, algumas organizações somente pensam nisso, quando precisam de um novo líder: quando têm de se expandir, aproveitar uma nova oportunidade, substituir um antigo líder que se aposentou ou pediu demissão inesperadamente.
Quando a necessidade de escolher um novo líder ocorre abruptamente, é difícil utilizar os critérios mais apropriados. Pois eles exigem reflexão mais profunda sobre o futuro da empresa e quais são as pessoas mais apropriadas para ser treinadas a conduzi-la.
Outro problema que observamos é a “juniorização” das lideranças. Isso significa que temos colocado pessoas imaturas e mal preparadas em cargos relevantes nas empresas. Como consequência, observamos que são líderes sem compostura e que estão excessivamente preocupados com suas carreiras. Além disso, focam a obtenção de resultados de curto prazo a qualquer custo, e não são capazes de observar as consequências de suas ações nas pessoas, quer elas estejam sob sua responsabilidade direta, em clientes ou em fornecedores. Não percebem também que seu comportamento destrói o futuro de sua própria carreira e compromete a imagem da empresa.
O primeiro passo para escolher o futuro líder, portanto, é avaliar como serão os próximos cinco, dez e quinze anos da empresa. Para alguns mercados, esse pensamento é visto com mais naturalidade, como, por exemplo, mineração, energia e transportes. Entretanto, para outros, é um desafio enorme pensar nesse período, como é o caso das agências de propaganda, das empresas de bens de consumo e de tecnologia da informação.
Uma empresa poderá enfrentar um período de expansão, contração, andar de lado, ter uma ruptura nas vendas e, com certeza, uma combinação de tudo isso ao longo das próximas décadas.
Portanto, as companhias devem ter esse cenário em mente ao escolher os novos líderes. Se um jovem começou a trabalhar aos 23 anos numa empresa que está há sete anos em uma fase de expansão, isso significa que ele ainda não sabe como é enfrentar uma contração nas vendas. Nunca teve de cortar custos ou enfrentar uma greve, por exemplo. E, se você prevê uma contração no futuro, provavelmente terá de pensar no treino desse profissional, para se assegurar de que ele saberá agir nessas situações.
Portanto, aqueles que escolhem quais serão os futuros líderes devem estar cientes de que é pouco provável que uma empresa que esteja há dez anos em expansão tenha um novo ciclo para cima tão longo. Provavelmente, enfrentará problemas que o futuro líder terá de gerenciar.
O que você está procurando no indivíduo é a sua capacidade de enfrentar situações negativas com perseverança, resiliência e motivação, para ele e para o time.
Nesse sentido, o novo líder deve demonstrar equilíbrio emocional em situações adversas e capacidade de decisão e ação em meio à tempestade.

Outro ponto importante é que o profissional a ser escolhido para ser treinado para a liderança deve demonstrar competência para lidar com pessoas, e não conhecimento técnico. Em outras palavras, o líder não é o técnico dos técnicos, ele tem de ter a imagem, a fala e o comportamento de um gestor. Quando se escolhe uma pessoa muito técnica para liderar, em geral ela dá mais atenção em aumentar seu conhecimento sobre a área em que atua, não delega, não faz follow-up das ações, desmotiva as pessoas sob sua responsabilidade e, em alguns casos, é desastrada na hora de dar feedbacks.
A principal função de um líder é a formação de outros líderes, pois, para a empresa existir no futuro, precisará de uma liderança bem formada. Quando isso não acontece, tem de trazer líderes do mercado, o que pode ocasionar fissuras na cultura da empresa.
O novo líder deve compreender e assumir os propósitos da empresa, ser ético, ter capacidade de autoaprendizagem e adaptação. Ser tolerante à frustração e muito perseverante. Ficaríamos com uma lista gigante, se tivéssemos de descrever todas as características necessárias.
Mas, se a escolha for baseada no que o futuro demandará de seus gestores, não cairemos na tentação de escolher o novo líder por seu carisma, capacidade técnica, ou outras competências que nada têm a ver com a formação de times e liderança empresarial. É uma escolha que requer método, consciência de todos os envolvidos e enorme preocupação com o equilíbrio dos resultados de curto e longo prazo.
As empresas e os países precisam de líderes mais bem preparados para geri-los. Saibamos escolhê-los.

Vamos em frente!
Fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/negocios/como-escolher-aqueles-que-serao-os-futuros-lideres-da-empresa/83497

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Os 7 erros mais comuns de um profissional mal sucedido

Esse artigo eu encontrei no site Administradores. Ele é de 2012, mais é bem interessante e vale a pena ler.


Marcos Morita
04 de julho de 2012


Veja o que você não deve fazer jamais para se dar bem na carreira


Já escrevi diversos artigos sobre liderança, concentrando-me em geral nos escalões mais altos, tais como gerência e diretoria. Gostaria de mudar um pouco o foco, atendendo a hierarquia de maneira mais generalizada, apontando dicas para que um novo funcionário, seja em outra área ou empresa, possa se destacar frente a seus colegas de trabalho.

Escrevo com base em minha experiência já um tanto larga como gestor de pessoas, as quais me permitiram uma visão privilegiada do comportamento de diversos profissionais. Ajudou-me o viés acadêmico por meio das lentes de professor universitário, observando, analisando e comparando situações do cotidiano, relatadas abaixo. Vejamos então, sete dicas do que não fazer para se dar bem.

Cuidar somente do próprio quintal: duvido quem nunca tenha escutado a célebre frase: "isto não é minha responsabilidade". Apesar dos colegas que abusam da boa vontade dos bem intencionados, dispará-la ao primeiro questionamento não é a melhor atitude. Avalie e veja realmente se o problema não é de sua alçada, assim poderá colaborar.


Imagem: Thinkstock

Ter medo de errar: compartilho a frase que ouvi de diversos gestores: "prefiro os que erram por fazer aos que não fazem por medo de errar". O erro, dentro de padrões aceitáveis, demonstra a próatividade do colaborador. O gestor competente deve aproveitá-lo para apontar, corrigir a rota e sugerir melhorias. Isto não justifica persistir no erro, lembre-se.
Não querer se molhar: imagine a situação: fechamento mensal de vendas em uma distribuidora numa sexta-feira, quase final do expediente. O frenesi toma conta de todos, cujo objetivo é fechar as metas propostas. Agendar uma sessão de acupuntura, ou sair mais cedo para ir à praia, pode demonstrar que prefira ficar alheio. Imagine quem não será lembrado em uma eventual promoção...
Trazer a farinha, não o bolo ou a receita: conheço colaboradores que adoram trazer problemas para a chefia imediata, apresentando-os e cobrando sua resolução. Saliento a estes que já tive diversos funcionários, os quais traziam o bolo pronto ou pelo menos algumas receitas para prepará-lo. Infelizmente já não os tenho em minha equipe, uma vez que invariavelmente progrediram em suas carreiras.
Preferir o meio de campo: apesar da importância em jogar pelo time, trazer resultados individuais certamente fará com que se destaque na equipe. Engana-se que apenas os que trabalham em áreas de negócio ou em altas funções podem fazer a diferença. Grandes sacadas surgem na linha de frente, a qual convive e vive os problemas dos clientes no dia a dia. Tenha ideias, sugira, implemente e divulgue-as.
Não ser político: apesar das notícias podres do Planalto, algo pode ser aprendido com os nobres deputados e senadores. Alianças e coligações devem fazer parte do seu dia a dia, independentemente do nível ou função. Em situações de estresse e alta demanda, é o bom relacionamento que muitas vezes fará com que seu pedido seja atendido com prioridade por outro colega de trabalho.
Agir e não pensar: não parar de tempos em tempos para avaliar suas atitudes e comportamentos pode ser um erro fatal. O dia a dia opressor do mundo corporativo muitas vezes criam feridas, cujas cicatrizes nos deixam mais intolerantes e menos sensíveis. Pare de vez em quando e converse com seu superior, colegas e subordinados de maneira aberta, solicitando que pontuem sobre suas atitudes e comportamentos.
Apesar da trivialidade das sugestões, há profissionais com currículos irretocáveis que não conseguem construir carreiras consistentes, pulando de empresa em empresa. Conheço por outro lado pessoas simples e com baixa instrução formal, as quais, devido às características mencionadas, tornaram-se essenciais nos locais em que trabalham. Quantas vezes você já não escolheu o restaurante pelo garçom ou a padaria pelo simpático atendente? Pense nisto antes de tomar sua próxima atitude.

Fonte: http://www.administradores.com.br/mobile/artigos/carreira/os-7-erros-mais-comuns-de-um-profissional-mal-sucedido/63965/

domingo, 2 de novembro de 2014

Você se acha um líder perfeito? Conheça o viés do autoengrandecimento

Se você é chefe, o que acha que seus funcionários (e outras pessoas) diriam a seu respeito?
Para o prof. Robert I. Suttom, autor do livro Bom Chefe, Mau Chefe, os chefes, assim como outros seres humanos, são juízes notoriamente fracos de suas próprias ações e realizações. Para o autor, a maioria dos chefes, e consequentemente das pessoas, sofre do que ele chama de viés de autoengrandecimento, ou seja, tendemos a acreditar que somos melhores do que o resto – e temos muita dificuldade para aceitar ou lembrar de fatos contrários.
Para comprovar seu ponto de vista, o autor cita em seu livro dois estudos. O primeiro, por exemplo, mostrou que 90% dos motoristas acreditam que têm habilidade acima da média para dirigir. De forma parecida, a segunda pesquisa com quase 1 milhão de graduandos do ensino médios nos Estados Unidos mostrou que 70% afirmaram ter habilidade acima da média em liderança, enquanto apenas 2% disseram ter habilidades abaixo da média.
Esses estudos me fizeram lembrar de um pequeno exercício que fiz em um curso de negociação. Naquela altura, o professor pediu para que todos os participantes se dessem notas de 0 a 10 baseados em alguns critérios previamente definidos, como inteligência, carisma, confiança, liderança, etc… Posteriormente, quando ele juntou os resultados de todos os testes, comentou algo que fez a sala cair em risadas:
Parabéns pessoal, vejo que estou ministrando um curso para futuros Einstein’s, pois o que mais vejo são notas 10 para o quesito inteligência.
Enfim, esse viés de autoengrandecimento ampliado ajuda a explicar por que você provavelmente conheça alguns – ou talvez muitos – chefes que têm visões falsas ou exageradas sobre si mesmo.
E o que fazer para evitar cair no truque do autoengrandecimento?
Para o autor, os funcionários, colegas, superiores e clientes proporcionam melhores informações sobre os pontos fortes, as fraquezas e as idiossincrasias de um chefe do que ele mesmo. É com base nesse princípio que todo final de semestre eu costumo aplicar um questionário para que meus alunos avaliem tanto a qualidade do conteúdo das minhas aulas, quanto o meu desempenho como professor.
Concluindo
A maioria das pessoas tem certeza de fazer autoavaliações mais corretas do que as dos seus pares. Infelizmente, essa certeza é apenas mais uma forma de autoengrandecimento. Se você se considera o raro chefe que se enxerga como os outros o veem, tome cuidado, é provável que esteja se iludindo.
E sabe o que é pior? As pessoas mais incompetentes são as que têm as avaliações mais exageradas de suas capacidades de desempenho.

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Como sobreviver no trabalho com um chefe muito crítico? Veja dicas

Profissional deve considerar as críticas e avaliar seu desempenho.
Se reclamações forem injustas, funcionário pode conversar com o gestor.
 
Muitas críticas e poucos elogios podem acabar com a disposição do profissional no ambiente de trabalho. Quando a bronca é injusta, a situação pode ficar ainda pior. Mas o funcionário que sabe questionar as críticas pode transformar a raiva em uma relação profissional melhor.
 
Segundo Beth Taylor, consultora de carreiras do PayScale, o profissional precisa ter um bom "jogo de cintura" para aprender a conviver com o chefe crítico. "Às vezes, é o empregado que terá que determinar o quanto a crítica é construtiva ou injusta", diz.
 
Considere as críticas

 O primeiro passo para lidar com as críticas no trabalho é se afastar do ego e de todos os sentimentos negativos e pessoais que o profissional possa ter contra o gestor. Um chefe rude, que normalmente critica seus funcionários e quase não faz elogios, não possui liderança e habilidades interpessoais, mas isso não signifca que sua percepção de qualidade de trabalho seja errada, segundo Beth Taylor.
O profissional precisa pensar em críticas específicas, ser objetivo e procurar a sua validade. Ele pode tentar responder a algumas perguntas como "existe algo que pode ser melhorado?" e "é possível aprender com a experiência?'". Se as respostas forem positivas, ele pode tentar entender o fundamento das críticas e melhorar.
 
Críticas injustas

 Se as críticas realmente forem injustas, o profissional pode conversar com o chefe. O ideal é evitar o confronto direto com frases como "você foi injusto comigo". A melhor opção é discutir a situação e não o comportamento do chefe.
De acordo com Beth, não existe nenhuma garantia de que o gestor será receptivo, mas se o funcionário juntar seus bons resultados e mostrar como está ajudando a empresa, ele pode ter sucesso na conversa.
 
Lidando com o estresse

 Chefes muito críticos e que não são abertos para sugestões causam grande estresse na equipe e ainda podem prejudicar a produtividade e os resultados. Segundo a American Psychological Association (APA), o que causa estresse emocional em uma pessoa pode não ser tão impactante para outra, por isso é importante que o profissional analise realmente o que causa esse estresse.

Se a resposta for o chefe, a melhor opção para resolver o problema é conversar e tentar uma boa convivência. A possibilidade de ter essa discussão já vai deixar o funcionário com mais energia emocional e mais dedicado ao trabalho, segundo Beth.
 
 

sábado, 13 de setembro de 2014

Menores Aprendizes nas micro e pequenas empresas

A partir de agora, as micro e pequenas empresas que desejam contratar jovens aprendizes têm, mais um caminho: o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego, Pronatec Aprendiz. A boa notícia foi dada no último dia (10/09), pelos ministros da Educação, José Henrique Paim; do Trabalho, Manoel Dias, e da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos.
 
As micro e pequenas empresa que demonstrarem interesse por esse caminho para a captação de jovens, precisam se inscrever no site do Pronatec - www.pronatec.mec.gov.br.
 
Vale destacar que a partir da demanda das empresas contratantes, serão definidas as vagas para os estudantes interessados. Já Ministério do Trabalho e Emprego ficará responsável pela articulação entre os jovens matriculados no Pronatec e a empresa para a efetivação do contrato.
 
Outro detalhe importante é que da mesma forma como acontece com nas grandes e médias empresas, os jovens aprendizes que passarem a integrar a equipe das micro e pequenas empresas terão jornada de trabalho de quatro a seis horas, com salário mínimo hora, e terão vínculo empregatício, com anotação na Carteira de Trabalho. Ao término do programa, que pode durar no máximo dois anos, o jovem profissional receberá certificação técnica e poderá ser efetivado na companhia. As vagas dessa modalidade do Pronatec poderão ser ocupadas por jovens de 15 a 24 anos.
 
O Pronatec - O Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) foi criado pelo Governo Federal, em 2011, com o objetivo de ampliar a oferta de cursos de educação profissional e tecnológica.

FONTE: Redação RH.com.br

http://www.rh.com.br/Portal/Carreira/Noticia/9416/menores-aprendizes-nas-micro-e-pequenas-empresas.html

domingo, 31 de agosto de 2014

5 passos para superar frustrações no ambiente de trabalho

De acordo com pesquisa realizada pela consultoria Produtive, abordando profissionais brasileiros, 60% deles relataram algum desconforto com a empresa em que trabalham


Shutterstock
Há quem escolha se eximir das responsabilidades inerentes aos desafios da competitividade do mercado

A frase popular “dançar conforme a música”, bastante utilizada no mundo corporativo, pode revelar decepções e insatisfações de muitos profissionais. Isso porque a expressão que basicamente significa adaptar-se a uma situação, pode indicar que há lacunas no ambiente de trabalho que devem ser preenchidas.
De acordo com pesquisa realizada pela consultoria Produtive, abordando profissionais brasileiros, 60% deles relataram algum desconforto com a empresa em que trabalham.
Entre os dissabores mais apontados estão os baixos salários, a ausência de identificação com a cultura da organização e a falta de autonomia para tomada de decisões.
Há quem escolha se eximir das responsabilidades inerentes aos desafios da competitividade do mercado, mas, fazer parte do grupo seleto de profissionais que decidem realizar ações assertivas para driblar os desconfortos e transformá-los em experiências para recuperar a motivação, a produtividade e o bem-estar no ambiente de trabalho é um dos principais passos para se tornar um vencedor e obter sucesso em qualquer profissão.
Definição de responsabilidades
A pesquisa também indicou que 71% dos profissionais entrevistados revelaram que suas frustrações estão ligadas a falta de transparência acerca de suas obrigações. Se você se identifica com esta queixa, chame seu gestor para uma conversa para definir suas atribuições e missões. Você deve saber quais são suas metas, o que seu cargo exige, o que esperam de você, aonde quer chegar e como proceder para chegar lá.
Outros profissionais reclamam que se sentem desmotivados por não receberem feedbacks de projetos iniciados. Novamente, a comunicação é fundamental para reverter este quadro. Busque informações sobre o andamento do projeto com pessoas diretamente ligadas a ele. Caso o plano tenha sido pausado, verifique se foi por outros motivos ou se o retardamento está diretamente ligado ao seu comprometimento.
Revendo conceitos de remuneração
Além disso, foi constatado que 65% dos pesquisados estão insatisfeitos com salário e bonificação. Existem inúmeras situações em relação à remuneração. Há casos, por exemplo, de empresas que não cumprem com o combinado, que não praticam a revisão salarial e, também, organizações que não atingiram suas metas para dividirem as bonificações. Nestes casos, comunique seu gestor e peça que reavaliem sua situação. Por outro lado, reveja suas ações e certifique-se de que suas atitudes tenham feito a diferença e tenham sido fundamentais para os resultados da empresa.
Se, mesmo com a certeza das suas contribuições e após o diálogo com seu líder, não houver indícios de aumento ou recompensa financeira, analise suas perdas e ganhos ao continuar na organização.
Choque de cultura
Mais da metade dos profissionais (57%) não se sentem engajados com a cultura da empresa. Identifique os seus valores e os da organização. Se houver conflitos, reflita de que modo eles irão afetar a sua vida pessoal e profissional e se você consegue superá-los. Outro dado importante do estudo é que 55% dos entrevistados revelaram que não conseguem lidar com o estresse pessoal, muitas vezes ligado à pressão por resultados. Procure compreender que metas existirão nesta e em qualquer outra empresa. Cabe a você rever se elas são viáveis e o quanto pode contribuir para alcançá-las.
Falta de autonomia
Dos entrevistados, 64% se queixaram de não serem ouvidos em decisões dentro de suas áreas e 57% reclamaram de que não recebem a oportunidade para dar palpites. Avalie quais os verdadeiros motivos para a falta de autonomia: você pode e tem perfil para participar de uma decisão?
Observe se a empresa tem uma cultura democrática para aceitar sugestões e, por último, verifique se você tem demonstrado um comportamento altamente profissional, produtivo e eficiente para que lhe deem a oportunidade de dar opinião e, sobretudo, certifique-se de que seus palpites estão alinhados com a cultura da empresa e se acrescentarão algo para a equipe.
Vida pessoal x carreira
A pesquisa revelou que 58% dos profissionais se queixaram de que a jornada de trabalho atrapalha outros aspectos da vida pessoal. Se você está dentro desta estatística, observe se as suas atividades são cumpridas dentro do horário comercial ou se as suas horas extras estão aumentando na mesma velocidade que sua insatisfação pessoal e social.
As demandas continuarão! Por isso, a efetividade de suas ações precisa estar alinhada com a administração do seu tempo. Organize-se, separe o que é prioridade de tarefas cotidianas; verifique o que, de fato, depende de você e o que você consegue delegar para que a sua equipe consiga entregar dentro do prazo sem que você precise parar a toda hora para inspecionar.
As pessoas normalmente trabalham mais de 40 horas e acabam criando um laço familiar com os colegas de trabalho, gestores, diretores e outros profissionais. Qualquer desconforto neste ambiente, gera frustrações e, quase sempre, abre caminhos irreversíveis para o desânimo, desmotivação e improdutividade.
O ponto mais difícil é saber como reagir diante de situações desconfortáveis e desafiadoras. A terceirização da culpa acaba sendo a resposta encontrada por muitos dos profissionais. Desculpas como “eu só respondi mal a ele, porque ele foi ríspido comigo”, “aquele departamento nunca ajuda, agora querem o meu auxílio”, “ganho pouco para fazer tudo que estão solicitando”, são comuns no mundo corporativo.
O fato é, são os seus pensamentos e as suas atitudes que fazem o ambiente de trabalho bom ou ruim. Portanto, é essencial fazer perguntas cruciais para que você faça parte da mudança positiva e não o contrário. Sendo assim, faça a seguinte reflexão:
Como EU posso melhorar o meu comportamento e minhas atitudes perante problemas de comunicação, performance e colaboração entre equipes?
Para superar frustrações no ambiente de trabalho é necessário avaliar sua conduta e transformar suas ações. E o coaching pode auxiliar, e muito, neste quesito.
Como um processo cientificamente validado, o coaching oferece técnicas precisas que contribuem para o autodesenvolvimento, para o aprimoramento de habilidades e para o desenvolvimento de competências diferenciadas em todos os âmbitos: pessoal, familiar, financeiro e profissional.
Fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/5-passos-para-superar-frustracoes-no-ambiente-de-trabalho/80218/

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Como aumentar o nível de confiança da sua equipe?

Se as pessoas da equipe não confiam no líder ou nos demais membros do grupo, certamente o trabalho vai desandar


Thinkstock
Dê o exemplo quando a oportunidade aparecer
Uma questão essencial para criar uma equipe mais produtiva é a confiança. Se as pessoas da equipe não confiam no líder ou nos demais membros do grupo, certamente o trabalho vai desandar. Eles deixarão de delegar corretamente e esconderão o jogo, as urgências vão aparecer e, dificilmente, a comunicação será feita de forma eficiente.

Ou seja, aumentar a confiança da equipe é uma forma de garantir a produtividade dos profissionais. No entanto, isso não é algo trivial, exige esforço, pois a confiança depende de uma tríade de fatores: tempo, oportunidades e exemplos.

Tempo porque a quebra ou a falta de confiança não se resolve em dias ou semanas. Às vezes demoramos meses, anos ou até décadas para voltar a ter crédito. Dependendo do estrago que foi feito, talvez não tenhamos nunca mais e precisaremos ter coragem e saber o momento certo de parar de tentar. Porém, na maioria dos casos, existem chances de se restabelecer essa confiança, basta ter paciência e investir parte do seu tempo nisso.

O segundo fator é a existência de oportunidades ou, simplesmente, não haverá como desenvolver um novo comportamento. Um exemplo, é o profissional que perdeu a confiança do chefe por não entregar uma atividade no prazo estipulado. A oportunidade para reverter esse problema pode ser a realização de um novo relatório com prazo definido e com o cumprimento do combinado. Quando surgir uma oportunidade dessas, não pense duas vezes antes de agarrá-la, esse é o caminho mais rápido para restabelecer a confiança.

Por fim, dê o exemplo quando a oportunidade aparecer. Gosto de pensar que quando surge uma oportunidade, ela pode ser a última. Então faça certo desta vez. Intenções não são nada, o resultado é o que vale no fim das contas. O exemplo positivo também se alastra e reforça a confiança.

Com esses três fatores presentes, é possível retomar a confiança. No entanto, para que isso se mantenha, você precisa desenvolver as seguintes habilidades:

1. Cumprir prazos: A má fama de uma pessoa que não entrega suas tarefas no tempo combinado é difícil de ser combatida. Quando assumir um compromisso, tenha a certeza de que poderá cumpri-lo ou esteja preparado para argumentar por que não o fez.

2. Comunicar-se de maneira eficiente: Aprenda a se comunicar com a sua equipe ou com o seu chefe. Caso aconteça algo de errado, explique de forma clara e objetiva. Aponte os problemas e as suas soluções, não os culpados. Seja honesto, sem ferir as pessoas; direto, sem ser grosseiro e rápido, sem ser afobado.

3. Cumprir as suas promessas: Grande parte dos chefes que perdem a confiança da equipe são aqueles que prometem algo que não terão condições de cumprir. Já vi diretor prometer promoções que nunca aconteceram, aumentos impraticáveis ou projetos que dependiam de terceiros. Antes de prometer algo, verifique todas as suas possibilidades, documente, estabeleça prazos, diga o que pode dar errado etc. As coisas mudam, não é possível prever tudo, mas, se você for transparente e mantiver a equipe dentro de tudo o que está acontecendo, o problema pode ser minimizado.

Confiança não é algo fácil de se recuperar, portanto o melhor a ser feito é honrar o crédito que lhe foi dado. Ninguém é perfeito, as pessoas erram e isso é natural do ser humano. A sua atitude com relação aos erros é que faz a confiança ser mantida ou quebrada.
Fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/como-aumentar-o-nivel-de-confianca-da-sua-equipe/79634/

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Confira 5 dicas para elaborar um bom currículo e ganhar destaque na seleção profissional

O que colocar no currículo? O que vem primeiro? Qual é a melhor forma de estruturar as informações? As respostas das questões que causam dor de cabeça em muitos podem ser encontradas neste guia

   
"Um currículo de qualidade ajuda o selecionador a identificar o profissional como um candidato com potencial para preencher a vaga”, afirma Abrileri, presidente da Curriculum
Na hora de elaborar um currículo muitos profissionais perdem a cabeça com tantos modos e informações. É preciso cautela e orientação para conseguir fazer um currículo bom, simples e útil, que chame à atenção do contratante, e não que seja o motivo de dispensa nos processos seletivos. Mas, como fazer um bom currículo? Qual é a melhor forma de estruturar as informações?
A Curriculum, que atua no anúncio de vagas de empregos na internet, relacionou 5 fatores essenciais para elaborar esse documento tão importante no recrutamento de profissionais.

1º – Missão do currículo

O currículo tem uma única missão: conquistar uma entrevista presencial.
Sendo assim, é importante que o candidato leve em consideração três pontos:

1) Fazer com que o currículo participe do processo;
2) Prender a atenção do selecionador para que a leitura dele seja completa;
3) Despertar o interesse do selecionador para que ele o chame para uma entrevista.

Primeiro: O selecionador precisa entender que o currículo se encaixa com o cargo que ele procura e isso acontecerá através do “Objetivo Profissional”. Por isso, este é considerado uma das principais informações do currículo, por isso ele deve estar sempre sozinho e em destaque. Por exemplo, se o selecionador estiver procurando um Gerente Comercial, ele dará bastante atenção aos currículos que apresentarem o objetivo grafado como “Gerente Comercial”, menos atenção aos currículos que estiverem com objetivo de “Consultor Comercial” e menos atenção ainda aos currículos que estiverem como “Vendedor” ou “Área Comercial”. Nesse caso citado, o objetivo profissional incluso poderá fazer com que ele participe do processo ou não.

Segundo: É preciso fazer com que o selecionador leia o currículo inteiro. Porém, sempre há muitos currículos para ler, o que exige uma seleção muito rígida do selecionador. É comum os profissionais de RH pararem de ler o currículo no meio por acharem que o perfil não é aderente ou que o profissional não reúne as qualificações desejadas. Por isso, depois que o selecionador compreender que o currículo está inicialmente aderente à vaga aberta, o desejo do candidato é que ele seja inteiramente lido e, para isso, o currículo deve ser construído de forma que isso aconteça.

Terceiro: Após a leitura do currículo inteiro, o próximo objetivo é fazer com que ele desperte o interesse do selecionador para conhecer melhor o profissional, o que é feito através de uma entrevista presencial, pois será nesta entrevista que o candidato conquistará seu emprego. E isso acontecerá se ele tiver conseguido transmitir informações relevantes para o selecionador.
“Com essas informações em mente, o candidato deverá desenvolver um currículo mais eficaz, aumentando assim suas chances de ser chamado para uma entrevista”, explica Marcelo Abrileri, presidente da Curriculum.

2º – Identificação e cargo desejado ou área pretendida

Inicie o seu currículo com sua identificação e dados básicos na seguinte ordem: nome, endereço, idade, nacionalidade, estado civil, telefones e e-mails para contato. Tenha muito cuidado com o excesso de informações e certifique-se sempre que todos os dados estejam corretos. Não é recomendável incluir no currículo números de documentos como RG ou CPF, por exemplo. Até mesmo a foto pode ser dispensada, salvo exceções, como para modelos fotográficos, por exemplo, quando o contratante exigir uma foto.
Após isso, coloque o cargo desejado centralizado e em destaque, como se este título separasse os dados de contato do conteúdo do currículo. O melhor é utilizar o cargo pretendido, mas caso o profissional prefira, ele pode colocar a área (embora não seja o mais indicado).

3º – Formação e experiência profissional: o que vem primeiro?

O profissional deve exibir seus pontos mais fortes e relevantes sempre em primeiro lugar. Por exemplo, se você tem pouca experiência (ou nenhuma), mas têm uma boa formação, é melhor exibir a formação em primeiro lugar. Porém, caso ele já tenha se formado há muito tempo e agora tem muita experiência no cargo desejado, a experiência deve vir em primeiro lugar.
As informações devem ser claras e precisas, evitando textos muito extensos para explicar, por exemplo, as atividades desempenhadas em determinada empresa. No currículo, apenas o que for importante deve ser explicado. O recrutador tem pouco tempo para ler os currículos. Por isso, priorize a qualidade em vez da quantidade de informações.

4º – Idiomas, cursos complementares, informática e Internet

Imaginando todas estas informações como se fosse um único bloco, com subdivisões internas, o profissional deve agrupar as informações, lembrando de colocá-las sempre em ordem de relevância. O que for mais relevante sempre vem primeiro.
Se você busca por um cargo na área de informática e/ou Internet, esta informação deve vir primeiro, por exemplo. Se o idioma é bastante significativo para o cargo a ser assumido, o profissional deve colocar primeiro seu conhecimento no idioma, e assim por diante.
Informe o nível de conhecimento para cada idioma; idem para conhecimentos de software, linguagens de programação ou qualquer outra ferramenta, máquina ou instrumento que souber utilizar e que sejam relevantes para atingir o objetivo profissional. Informações sobre cursos complementares realizados devem incluir o nome da instituição, carga horária e a data de conclusão. Se o profissional tiver experiências internacionais ou viagens de intercâmbio, elas podem ser um bom diferencial aos olhos dos selecionadores, além de reforçar o conhecimento nos idiomas informados.

5º – Formatação e revisão

O tamanho das fontes do texto e a formatação são detalhes que podem ser determinantes no momento em que o currículo for analisado. A Arial e a Times são as opções mais recomendadas. Além disso, revise sempre o texto para ter certeza de que não tem erros de português. Tal falha pode excluir o candidato do processo seletivo.
“Percebemos que há muitos candidatos que não prestam atenção nesses detalhes decisivos no momento de buscar oportunidades de entrevistas. Um currículo de qualidade ajuda o selecionador a identificar o profissional como um candidato com potencial para preencher a vaga”, afirma Abrileri.

Fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/confira-5-dicas-para-elaborar-um-bom-curriculo-e-ganhar-destaque-na-selecao-profissional/90325/

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Cargos gerenciais da área de Finanças têm os maiores salários, aponta estudo

Em São Paulo, os cargos de Regional Controller e Controller têm as maiores remunerações entre os profissionais da área


A recrutadora Michael Page acaba de divulgar o seu Estudo de Remuneração 2013 / 2014, mostrando cargos de várias áreas e suas respectivas remunerações. Nesta edição, o destaque ficou para a área de finanças, onde se concentram os maiores salários.
 
Na área de finanças, a pesquisa mostra que, em nível gerencial e em empresas de grande porte, os cargos de Regional Controller e Controller são os mais bem remunerados. Em São Paulo, a remuneração de um Regional Controller varia de R$ 22 mil a R$ 35 mil, enquanto que o de Controller oscila entre R$ 20 mil e R$ 25 mil. Em 2012, O salário destes profissionais aumentou em relação a 2012. No ano passado, um Controller ganhava entre R$ 18.000 a R$ 25.000. Já o Regional Controller recebia, em média, R$ 18.000 a R$ 28.000.

Segundo Henrique Bessa, diretor da Michael Page, as posições de controller estão em alta porque, normalmente, o cargo é responsável pelas informações financeiras da empresa (fechamento contábil, fiscal e report para matriz). Além disso, a área é escassa de profissionais com boa formação contábil e habilidades de comunicação , assim como fluência no inglês, (exigência das multinacionais/nacionais). Então, os profissionais que possuem estas habilidades são supervalorizados no mercado.
 
Com relação à diferença entre os dois cargos, Bessa diz que o que caracteriza a disparidade entre eles é a região de responsabilidade e, por consequência, a senioridade. “No Brasil, o Regional Controller tem responsabilidade por toda a região da América Latina e possui "controllers" locais respondendo para ele. Além disso, viaja constantemente, gerenciando os resultados das equipes. Já o Controller é um cargo operacional e estratégico, já que ele é responsável pelo fechamento contábil da empresa, apuração e planejamento tributário, atendimento a auditorias externas, conversão e report de balanço para matriz, funções fundamentais para todas as companhias.

O Estudo de Remuneração da Michael Page foi realizado com 75 mil profissionais nos 10 escritórios da Michael Page pelo Brasil. No total, foram analisados 527 cargos nas 15 divisões de atuação da empresa. São elas: Finanças, Tributos, Bancos, Seguros, Jurídico, TI, Vendas, Marketing, Varejo, Saúde, Engenharia e Manufatura, Suplly Chain, Propriedade e Construção, Óleo e Gás e RH.

Seguem abaixo as tabelas que mostram a remuneração de 20 cargos da área financeira:
 

Fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/cargos-gerenciais-da-area-de-financas-tem-os-maiores-salarios-aponta-estudo/82705/

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Estresse afeta milhares de profissionais brasileiros e pode gerar danos irreversíveis à saúde

Chegar ao topo é o objetivo de quase todo profissional que trabalha em grandes empresas. No entanto, o maior status profissional e salarial é diretamente proporcional aos níveis de estresse. Para o médico do Centro de Medicina Nuclear da Guanabara (CMNG), Eduardo Duarte, o ritmo alucinado e o pouco tempo para cuidar da saúde física e mental podem abrir espaço para esse transtorno, que se não tratado, pode contribuir para o aparecimento de várias doenças como isquemia coronariana, derrames, doenças do trato digestivo, doenças da pele, entre outras.
 
“Sintomas como irritação, angustia, taquicardia, diminuição do rendimento, alteração do sistema imunológico que contribui para aparecimento de herpes e outras infecções virais e bacterianas são alguns dos sinais de estresse. O nível de estresse elevado leva também ao aumento da pressão arterial de muitos profissionais que atuam diariamente sob pressão, podendo assim, desencadear doenças mais graves e até mesmo irreversíveis à saúde”, alerta.
 
Duarte ressalta que o check up é um importante aliado na prevenção, além de auxiliar a identificar doenças e seus fatores de risco em estágios bastante iniciais, quando as chances de cura são maiores. Segundo dados recolhidos com cerca de mais de 1.300 pacientes que realizaram check-up entre janeiro e dezembro de 2012 no Centro de Medicina Nuclear da Guanabara (CMNG), os executivos – que aparecem na lista das profissões mais estressantes – devem cuidar mais da saúde. Segundo o levantamento, de 2011 para o ano passado foi registrado um aumento no índice de estresse: 64% das pessoas que fizeram os exames periódicos em 2012 apresentam níveis elevados de estresse, em 2011, a taxa foi de 58%.
 
Para o médico do CMNG os números são resultado de diversos fatores como o excesso de trabalho, extensão do local de trabalho para a residência com a "facilidade" da internet, falta de tempo para o convívio com a família, sentimento de culpa por não poder realizar tudo a contento, gerando elevadas cargas de estresse. Questões que contribuem para que a preocupação com a saúde seja colocada em segundo plano.
 
Mas os males da tensão no ambiente de trabalho não afetam somente os executivos. Muitas profissões geram alta carga de adrenalina e estresse, como exemplo, os técnicos de futebol. Recentemente, o atual técnico do Botafogo, Oswaldo de Oliveira, foi socorrido na beira do gramado com Arritmia Cardíaca e foi exemplo de profissionais que lidam com pressão por resultados o tempo todo, e que se não derem a devida atenção à saúde correm sérios ricos de sofrerem com infartos do miocárdio que pode gerar danos irreversíveis ou até mesmo levar à morte.
 
Uma das grandes preocupações das equipes de saúde, o estresse tem sido apontado como uma das principais causas de afastamentos e acidentes no trabalho segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). Sobrecarga, pressão e desvalorização foram apontadas como algumas das principais causas do estresse, que afeta 70% dos brasileiros.

 

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Para ser bem-sucedido, tenha um plano B

Em geral, quando as coisas vão bem, o profissional negligencia seu networking, seu autodesenvolvimento e as notícias



As pessoas raramente pensam que precisarão de um plano B, até que, de repente, perdem o emprego! Nesse momento, é como se o chão se abrisse sob seus pés e elas caíssem em um poço sem fundo, sombrio e desconhecido. Uma sensação que leva ao estresse e, em alguns casos, ao desespero e à depressão.

Em geral, quando as coisas vão bem, o profissional negligencia seu networking, seu autodesenvolvimento e as notícias. Além disso, o excesso de trabalho e o orgulho colocam o indivíduo em uma situação na qual ele tem pouco tempo para refletir de forma lúcida sobre o futuro de sua carreira. Quando as coisas mudam, ele simplesmente não está preparado.

Contudo, não precisa ser assim. A consciência de que o mundo se transforma a cada instante exige que todos tenham um plano B. Essa alternativa de carreira não pode ser construída em cima da hora. Isto é, não espere que a vida profissional o deixe sem renda, para, então, pensar em alternativas. Primeiro, porque o desenvolvimento de opções requer tempo e, segundo, que você não estará no seu melhor momento emocional para tomar decisões e construir algo que faça sentido.

Prepare-se para tempos ruins, e só terá tempos bons. Algumas perguntas são fundamentais para a pessoa estar desperta quanto à sua realidade. Minhas sugestões de perguntas são:
E se você estiver errado?

Essa questão ajuda o indivíduo a refletir sobre sua visão do futuro, que pode não ser a mais apropriada e, nesse caso, avaliar quais são outros caminhos que a empresa, seu chefe, a economia e até mesmo o País podem tomar. A partir daí, fazer planos e agir para proteger-se desses percursos menos favoráveis.
E se alguém relevante para você adoecer ou morrer?

Muitas pessoas viram suas vidas virar de ponta-cabeça porque nunca pensaram que alguém relevante em sua família poderia, repentinamente, adoecer ou morrer. Sugiro pensar seriamente no que ocorreria com você caso alguém viesse a lhe faltar ao longo dos próximos anos. Como isso afetaria você emocional e profissionalmente? É uma experiência difícil perder alguém que amamos, e devemos pensar com maturidade sobre esse assunto.

A propósito, não são somente os outros que adoecem e morrem. A pessoa que está sentada na sua cadeira também! Se você tem filhos e outros dependentes de sua renda, seja responsável e crie planos alternativos para sua ausência.
E se você for passado para trás?

Tome muito cuidado com suas amizades, as pessoas com as quais faz negócios e com quem você trabalha. Os contratos que você assina provocam consequências administrativas e jurídicas, portanto, escolha bem seus parceiros comerciais. Cuidado com seu chefe, pares e subordinados.

Saiba avaliar se eles jogam pelas regras do jogo e, em caso negativo, saiba se proteger. Seja um profissional tão respeitado, que as pessoas tenham receio de fazer algo errado que possa prejudicá-lo. Se você quiser ser bem-sucedido em sua carreira, deve saber que não será possível escolher 100% das pessoas com quem irá trabalhar. Algumas delas não seguirão as regras do jogo, e você deve ser capaz de vencê-las também.
Os planos B, C, D...

Por essas e outras razões, todos nós precisamos de um plano B. Na verdade, precisamos dos planos B, C, D... Eles podem ser tão simples quanto guardar dinheiro para o caso de necessidade. Recomendo que você tenha, ao menos, três anos de seu padrão de vida poupados. Pode parecer um exagero, mas quando coisas realmente ruins acontecem, você precisará de tempo para se refazer. Muitas vezes, pessoas que possuem zero em reservas financeiras precisam reconstruir sua renda rapidamente. É muito difícil, por isso, tenha economias.

Não se esqueça de seus seguros de vida, saúde e de renda. Afinal, você deve pensar no que aconteceria com as pessoas que dependem de você, caso venha a ter uma doença grave ou a falecer. A morte não é a inimiga, a indiferença, sim. Não seja indiferente ao seu futuro e ao futuro das pessoas que ama. Pense com antecedência e planeje-se.

Mantenha seu networking ativo. Não deixe para demonstrar apreço por seus amigos, fornecedores e clientes somente em momentos negativos. Tenha interesse em criar uma comunidade ao seu redor com pessoas que possuam a mesma ética e os mesmos valores que os seus. É fantástico poder estar com aqueles que, além de boa companhia, têm interesse em seu sucesso e apreciam contribuir com ele. Além disso, por mais humilde que você seja a seu próprio respeito, saiba que seus amigos apreciam sua presença e seu esforço em comparecer a eventos importantes para eles.

Não faça isso apenas por sua carreira, mas porque sua presença e o diálogo são as melhores formas de demonstrar consideração. Afinal, é fácil comprar um presente para alguém e mandar o motoboy entregar. Difícil é arrumar tempo para compartilhar com as pessoas.

Mantenha-se atualizado. Acompanhe o desenvolvimento tecnológico, pois a velocidade com que novos produtos e serviços são criados coloca em risco carreiras aparentemente seguras. Além disso, sempre que possível, pense em empreender ou em quais seriam suas opções como um profissional autônomo. As tecnologias criam mercados novos e promissores para alguém que deseja ter uma alternativa de renda.

Por último, não deixe de ler as notícias e suas implicações no futuro de sua carreira. Saiba avaliar como os fatos do cotidiano restringem ou ampliam as suas possibilidades profissionais. Tenha um profundo interesse pelas informações políticas, especialmente as que falam sobre as leis que são aprovadas nas esferas federal, estadual e municipal. São elas que favorecem e definem sua profissão. Acompanhe-as de perto.

Tenha em mente que é dificílimo trabalhar, dar conta de nossa extensa agenda e, ainda por cima, precaver-se, pensar e desenvolver planos alternativos. Mas depender de uma única fonte de renda é como viajar em um avião monomotor. Tudo vai bem, contanto que o motor não quebre. E motores quebram.

Vamos em frente!

Sílvio Celestino é sócio-fundador da Alliance Coaching é autor do livro "Conversa de Elevador – Uma Fórmula de Sucesso para sua Carreira". No Twitter: @silviocelestino
 

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Empregabilidade: como ser um profissional diferenciado

O artigo de hoje tratará de algumas dicas que as empresas buscam nos profissionais que nelas trabalham, atitudes que podem fazer a diferença no dia a dia para melhorar a empregabilidade nesse mundo tão competitivo
 
As empresas precisam de resultados rentáveis para gerar mais empregos, por trás desse conceito e para fazer a diferença precisam de profissionais que busquem sair da zona de conforto, onde assumir riscos (calculados) fazem parte da vida de qualquer um.
 
Abaixo alguns diferenciais destacados:
 
- Liderança - Assumir a liderança é resultado de dominar a área em que atua e saber lidar e interagir com pessoas. Não precisa ser “chefe” para exercer a liderança nem “mandar em pessoas”, um bom líder é aquele que é seguido pelas suas atitudes, ética e determinação, uma pessoa que se posiciona no momento certo buscando sempre contribuir com melhorias e fazendo a diferença e equilibrando a competência técnica e comportamental.
 
- Comunicação – A comunicação é uma das mais importantes competências comportamentais e fundamental para as pessoas, saber se expressar e se comunicar passando de maneira objetiva e direta o que realmente deseja falar são um dos diferenciais identificados.
 
- Flexibilidade e capacidade de adaptação a mudanças – A flexibilidade é fator importante nos dias de hoje, pois a todo o momento temos modificações nas organizações e temos que nos adaptar o mais rápido possível, nos tornando mais ágeis nos processos de transformação tão constantes em nosso dia a dia.
 
- Entusiasmo para aprender – Não dá para ficar na zona de conforto, é necessário ser curioso, buscar novos desafios, aprender sempre mais para ampliar sua visão sistêmica, ser mais dinâmico com sede de conhecimento.
 
- Conhecimento de idiomas e informática – Com as empresas cada vez mais ampliando seus mercados idioma e informática são fundamentais e fazem a diferença na hora da contratação e no desenvolvimento das pessoas.
 
- Engajamento nos resultados da equipe – O ideal não é trabalhar sozinho, em equipe geramos melhores resultados, por isso precisa-se de pessoas engajadas e que tenha esse espírito de trabalhar em grupo.
 
- Ambição de carreira – Pessoas que tem ambição de carreira são as que ficam na zona de aprendizado, que buscam resultados diferentes e para isso se desafiam a todo o momento, surpreenda sempre, é um grande diferencial. Porém a chave para alcançar o sucesso é descobrir qual sua ambição e saber usá-la, perguntando a si mesmo: do que eu gosto? no que sou bom? Quem conseguir definir melhor essas questões pode focar melhor seus objetivos.
 
- Escrever com clareza e de acordo com cada situação – uma boa ortografia e clareza nas palavras ajudam muito na hora de apresentar um projeto, treine, exercite e procure fazer sempre o seu melhor, quanto mais leitura melhor a escrita. Situações adversas podem acontecer a qualquer momento nessa hora é importante saber como agir, não por impulso, mas sim de maneira mais adequada com cada situação.
 
- Ser criativo ao resolver problemas e tomar decisões – Desenvolva sua capacidade criativa para resolver problemas, sugira sempre novas ideias e aproveite onde você domina o assunto e faça a diferença. Importante também que o profissional tenha convicção e atitude na tomada de decisão, ficar em cima do muro não adianta nada.
 
Se alguém vai fazer a diferença na sua vida, é você mesmo, não dê essa oportunidade para os outros, tome a “rédea” de sua carreira, sugiro que crie um mapa de oportunidades para, inicialmente despertar interesse, e mesmo sabendo que sorte e oportunidade só acontecem para quem está preparado, esse mapa deve conter: em curto e médio prazo, as ideias de onde você está e para onde quer chegar, uma vez isso definido, gere ações para atingir suas metas com prazos.
 
Mensagem

“Para chegar aonde a maioria não chega, é preciso fazer o que a maioria não faz...”
 

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Feedback inconveniente: uma fonte de doenças

Em algumas empresas, as pessoas, se fizerem tudo corretamente, receberão o silêncio como resposta. Entretanto, um único erro significa um feedback grosseiro e desmoralizante

Qual gerente seria capaz de responder à seguinte pergunta: por quais doenças de meus liderados sou responsável? Um traço marcante de nossa cultura organizacional é que a maioria dos profissionais se desenvolve sem feedback. Isso significa que não sabe se o que faz está de acordo com o que seu gestor deseja. A promoção significa que sim. A demora em subir de cargo, ou a demissão, informa o contrário.

Em outras empresas, as pessoas, se fizerem tudo corretamente, receberão o silêncio como resposta. Entretanto, um único erro significa um feedback grosseiro e desmoralizante.

A experiência que os funcionários vivem a cada momento na presença do gerente influencia diretamente a lealdade deles e o crescimento da companhia. Essa experiência pode ser marcante, relevante e inspiradora. Ou pode ser estressante, humilhante e desencorajadora. Os momentos de feedback são determinantes nesse contexto. Entretanto, essa é a competência de liderança da qual os executivos mais fogem e, portanto, não sabem usá-la para desenvolver pessoas. O resultado é que ficam constrangidos ao enaltecer aqueles que fizeram um bom trabalho, e usam emoções negativas e rótulos quando precisam corrigir um liderado. Nos casos mais desastrados, acabam por submeter a empresa a processos de assédio moral.

Quer se trate de um gestor duro, que constrange seus subordinados, ou um gerente bonzinho, que não sabe cobrá-los, a falta de feedback é fonte de grandes infortúnios para a organização e seus profissionais. O clima organizacional aprimora-se consideravelmente, quando os gestores sabem como fazer e usam essa competência corretamente. Portanto, o treino de como dar feedback é fundamental para o desenvolvimento das operações da empresa.
O feedback nada mais é que um diálogo, balizado pelos propósitos da companhia, para reforçar comportamentos que desejamos promover, ou para interromper aqueles que não queremos que aconteçam.

São nos momentos de feedback que ocorrem as maiores quebras de comprometimento entre líderes e empregados. Ninguém se compromete em um ambiente desrespeitoso e, em vez de se preocupar em cumprir os propósitos da empresa, as pessoas se retraem, tornam-se cínicas, resignadas ou apáticas. É pouco provável que um cliente se torne leal atendido por profissionais com esses comportamentos. E, menos provável ainda, que a estratégia da empresa seja implementada com sucesso por pessoas com essas características.

Embora o risco que mais preocupa as organizações seja que o líder, ao exceder-se no feedback, gere as condições para que a empresa seja processada por assédio moral, preocupa-me muito mais o quanto ele causa de infelicidade e doenças. Isso porque o estresse de ser desrespeitada continuamente gera a possibilidade de que a pessoa desenvolva ansiedade, síndrome do pânico e depressão. Nos casos mais graves, e quando exposta a isso por longos períodos, graves problemas psicológicos, infarto e AVC.

A capacidade principal do gerente, no momento de feedback, é de lidar com emoções, suas e dos colaboradores. Sem essa competência, a rigor, o indivíduo não deveria ter sido alçado ao cargo de líder. Feedback não é o momento para dar vazão a emoções negativas, como frustração ou raiva. Muito menos para rotular pessoas, chamando-as do que quer que seja.

Profissionais promovidos a cargos de gestão devem se esforçar para desenvolver sua inteligência emocional e conhecer as melhores práticas de liderança. A ausência de ambas é a principal causa de feedbacks desastrosos. Fonte de muitas doenças em pessoas que merecem ser tratadas com mais respeito e consideração. Pois muitas dedicam às organizações os melhores anos de sua vida, e fazem do trabalho uma importante razão de sua existência. Vamos em frente!

Sílvio Celestino é autor do livro Conversa de Elevador – Uma Fórmula de Sucesso para sua Carreira, Sílvio Celestino é sócio-fundador da Alliance Coaching. No Twitter: @silviocelestino.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

As 10 carreiras que mais causam depressão

 
SÃO PAULO - Exaustão, acúmulo de estresse e pressão a todo o momento. Esses são alguns dos males contemporâneos que podem causar depressão nos profissionais. Imagine então se a profissão que você escolheu está constantemente ligada a muitas outras características como essas?
O site da revista Health listou as 10 profissões que são mais propensas que seus profissionais tenham depressão, ocasionada por estilos de vida incomuns e estressantes. Para a a conselheira de saúde mental e PhD, Deborah Legge, há certos aspectos que apontam que qualquer trabalho pode contribuir para exacerbar a depressão. “Porém, pessoas que trabalham com cobranças e tensão têm maiores chances de desenvolver a doença do que, por exemplo, pessoas que trabalham com gestão. Às vezes, os profissionais não se dão conta que estão doentes e que precisam de ajuda”, disse Legge.
Você ficou na dúvida se sua profissão está na lista? Confira abaixo as 10 carreiras que precisam de atenção:

Enfermeiras e cuidadoras de crianças
Esse grupo de profissionais está no topo da lista, com quase 11% que enfrentam a doença. Um dia típico pode incluir alimentação, banho e cuidar de pessoas que são incapazes de expressar gratidão e apreciação, "pois, eles estão muito doentes e muito pequenos para isso. Ou simplesmente não têm esse hábito”, revela o psicólogo clínico da Tufts University, Christopher Willard. “É estressante ver as pessoas doentes e não conseguir motivá-las positivamente”.


Garçons
Muitos garçons têm salários baixos e enfrentam jornadas de trabalho cansativas, tendo de lidar com inúmeras pessoas mal-educadas e briguentas. Enquanto 10% destes profissionais que enfrentam depressão a mais que no ano anterior, quase 15% são mulheres. “Muitas vezes, esse trabalho é ingrato. As pessoas podem ser rudes e há grande esforço físico diário. Quando as pessoas estão deprimidas, é difícil ter energia e motivação”, ressalta Legge.


Assistentes sociais
Não é surpresa constatar que os assistentes sociais estão entre os cargos com maiores chances de depressão. Lidar com crianças vítimas de abuso ou abandono e famílias à beira de inimagináveis crises e combinar essas situação com muita burocracia pode deixar qualquer profissional estressado.

“É errado cultivar uma cultura que dita sacrifícios emocionais em pró de um bom trabalho”, diz Willard. Isso se aplica, principalmente, com os assistentes sociais, que trabalam com pessoas carentes e se sentem presos ao próprio trabalho, por achar que não estão dando o máximo de si. É uma pressão muito grande atribuir ao seu trabalho sentimentos como tristeza, dor, felicidade, culpa.
Profissionais da saúde

Médicos, enfermeiros, terapeutas, fisioterapêutas e outros profissionais da área da saúde. Essas carreiras exigem longas e cansativas horas de trabalho e nos mais improváveis horários, tudo com muita atenção e cuidado. Além de atingir o físico, esses profissionais estão constantemente colocados em situações extremamente emotivas, em que vidas de outras pessoas estão em suas mãos, literalmente.

Em outras palavras, o estresse e a pressão sempre desafiará seu bem estar. “Todos os dias eles estão lado a lado com doenças, traumas e mortes, além de lidar com membros da família dos pacientes. Isso pode gerar uma triste perspectiva, que todo o mundo é assim”, lembra Willard.
Artistas e escritores

Essas carreiras podem trazer contracheques irregulares, horas incertas e isolamento. Muitos diriam que pessoas criativas são menos tristes, mas pense se as mesmas não conseguem ter inspiração? De acordo com a publicação, houve um aumento de 9% dos profissionais da área que relataram problemas com depressão, em relação ao ano passado. “O que mais eu vejo é bipolariedade entre os artistas. A depressão é comum para aqueles que trabalham com artes, pois seu estilo de vida contribui para isso”, afirma Legge.


Professores
Muitos professores trabalham em mais de uma ou duas escolas e ainda levam trabalho para casa. Em outras situações, eles aprendem a fazer muito com pouco recurso e tempo. “Há pressão para dar um bom ensino as crianças. Seus pais e escolas cobram do professor o cumprimento de normas e de demandas diferentes”, considera Willard. Para ele, as constantes cobranças podem fazer os profissionais esquecerem da razão de ter escolhido a área.


Profissionais de apoio administrativo
Pessoas dessas áreas, que incluem secretárias e atendentes, sofrem de um caso clássico: alta demanda, baixo comando. Eles estão na linha de frente, recebendo ordens de todas as direções, tanto dos clientes quanto dos patrões. Ainda, são normalmente mal-remunerados e se sentem inferiores por não ter poder para fazer além. Antes de duvidar do estresse causado por essa carreira, conte quantas vezes você já ouviu de algum atendente ou secretária a frase “isto não está ao meu alcance. Poderei lhe encaminhar para o gerente, aguarde”.

Além disso, não são reconhecidos por seu trabalho e ainda precisam contornar educadamente qualquer crise de seus patrões ou consumidores.

Profissionais de manutenção
Como iria se sentir caso apenas fosse procurado quando algo der errado? Isso é essencialmente o “ganha-pão” dos profissionais de manutenção, como encanadores, pintores, eletricistas, entre outros. Eles também têm de trabalhar horas incomuns, pois para atender a demanda, precisam ser rápidos e acessíveis, senão perdem para a concorrência.

Ainda, ganham pouco e fazer trabalhos cansativos. “Em termos de colegas de trabalho, eles são isolados, e isso pode ser um trabalho um tanto solitário”, pontua Willard.

Consultores financeiros e contabilistas
A frase “tempo é dinheiro” se coloca perfeitamente na situação. A maioria das pessoas não gostam de lidar com seus próprias finanças, então imagine lidar com milhares ou até milhões de outras pessoas? “Há grande responsabilidade em cuidar de finanças que não são suas e, ainda por cima, o profissional não tem controle do mercado. Nem sempre é sua culpa, mas mesmo assim, os clientes perdem dinheiro e eles provavelmente tirarão satisfações tão pouco educadas com esses profissionais”, ressalta Legge.


Fonte: http://br.financas.yahoo.com/noticias/10-carreiras-causam-depress%C3%A3o-165900868.html