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domingo, 28 de setembro de 2014

3 verdades sobre abrir uma empresa que ninguém contou para você



Empreendedor americano mostra a realidade de começar um negócio

Abrir um negócio é mais difícil do que parece  (Foto: Thinkstock)
Muitos empreendedores entram no mundo dos negócios achando que tudo será maravilhoso e tranquilo. O que poucos sabem é que a experiência pode ser um pouco mais difícil. O empreendedor Logan Chierotti, cofundador da empresa de gestão de reputação na web InternetReputation.com, usou o espaço do site da revista Inc. para listar o que ele acha que são três verdades que poucas pessoas contam sobre o empreendedorismo.
1. Resolver problemas é o seu novo trabalho
Saiba que você irá enfrentar problemas o tempo todo: de todos os tipos e tamanhos, que exigirão energia, tempo e muita sanidade. Se você resolver abrir um negócio negando esse fato, afirma Chierotti, haverá grandes chances de você desistir logo no começo. E, se você não for capaz de superar cada um deles, sua empresa fracassará, não importa quão genial seja sua ideia ou preparada seja sua equipe. O bom dessa verdade é que você aprenderá – ou pelo menos deverá aprender – com o tempo e a cada dificuldade superada, tornando os próximos desafios menos complicados.
2. Você sempre é o último a ser pago
Segundo Chierotti, ele demorou um pouco mais para entender essa verdade. Seus funcionários, fornecedores, locatários, empreiteiros e qualquer empresa que forneça algum tipo de serviço serão prioridades na hora de distribuir os lucros. Afinal, sem eles, seu negócio não existiria. Por isso Chierotti recomenda que você guarde algum dinheiro para poder se sustentar e pagar despesas pessoais enquanto seu negócio ganha tração.
3. Nada de folgas ou férias
No começo, você terá que trabalhar muito mais do que quando tinha um emprego tradicional. Para Chierotti, empreender é ser responsável por uma máquina que não para. Você precisará abrir mão de férias, folgas e vida pessoal, pelo menos até a sua empresa crescer o suficiente para você poder contratar mais pessoas e dividir funções. Chierotti dá como exemplo sua própria carreira: atualmente são necessários sete funcionários para fazer o que ele antes desempenhava sozinho no começo do seu negócio.
Fonte: http://revistapegn.globo.com/Dia-a-dia/noticia/2014/09/3-verdades-sobre-abrir-uma-empresa-que-ninguem-contou-para-voce.html

10 jovens que ficaram milionários antes dos 20 anos



De geleia a reparo de computadores: eles encontraram uma forma de faturar alto
Eles conseguiram o primeiro milhão antes dos 20 anos  (Foto: Reprodução)

Muitos empreendedores alcançam o sucesso antes mesmo de idade suficiente para beber ou dirigir um carro. Seja com uma ideia brilhante ou um olhar diferente, o grupo abaixo se destacou por alcançar o seu primeiro milhão antes dos 20 anos de idade. Confira a seleção:
1. Ashley Qualls: ela fundou o WhateverLife.com em 2004, quando tinha apenas 14 anos, para mostrar suas habilidades em criar designs para o então popular MySpace. Seu trabalho ficou tão conhecido que um comprador anônimo ofereceu US$ 1,5 milhão para comprar o portal e ainda incluiu um carro na oferta. A menina recusou.
2. Juliette Brindak: com apenas 10 anos, ela começou a fazer alguns desenhos de meninas descoladas e, aos 16, criou uma rede social complementar a esses seus personagens. Sua empresa Miss O & Friends vale cerca de US$ 15 milhões.
3. Sean Belnick: com US$ 600, esse americano criou um site para vender itens usados como cartas de jogos. Ele mudou o seu negócio para vender móveis e assim surgia a BizChair.com, que faz muito sucesso no mercado. Quando o empreendedor completou 20 anos, seu negócio já valia US$ 24 milhões.
4.  Adam Horwitz: aos 15, ele se desafiou a conquistar seu primeiro milhão antes dos 21. Conseguiu o feito criando o aplicativo Mobile Monopoly, que é um tutorial para aprender mobile marketing.
5. Jon Koon: quando tinha 16 anos, esse jovem usou o crowdfunding para montar a loja de autopeças Extreme Performance Motorsports. Ele conseguiu um contrato para fornecer produtos para programas da MTV e ainda fechou uma proposta para criar uma linha de roupas. Seu negócio já vale US$ 40 milhões. 
6. Cameron Johnson: quando completou 11 anos, ele já ganhava dinheiro criando cartões comemorativos. O menino investiu então na SurfingPrizes.com, uma barra de ferramenta que usava publicidade pop-up para faturar cerca de US$ 350 mil por mês. Antes de sair do colegial, Johnson já tinha feito seu primeiro milhão.
7. David e Catherine Cook: os irmãos criaram a rede social para amigos de escola MyYearbook.com quando ainda eram colegiais. Hoje o site vale mais de US$ 100 milhões.
8. Nick D'Aloisio: um dos nomes mais conhecidos da lista, esse australiano vendeu seu aplicativo Summly – que usa uma inteligência artificial para resumir notícias –  por US$ 30 milhões para o Yahoo. Ele tinha apenas 17 anos.
9. Tyler Dikman: quando jovem, ele cobrava US$ 15 dólares para consertar computadores. Suas habilidades chamaram a atenção de executivos da Merrill Lynch, que o contrataram com apenas 15 anos. Logo depois ele começou sua empresa de reparos, a Cooltronics, conquistando assim seus primeiros milhões.
10. Fraser Doherty: com 14 anos, esse escocês começou a ganhar dinheiro fazendo geleia, a SuperJam. Quando uma grande rede de supermercados quis distribuir seu produto, ele pediu um empréstimo de US$ 9 mil para crescer e se tornou um milionário.
Fonte: http://revistapegn.globo.com/Noticias/noticia/2014/09/10-jovens-que-ficaram-milionarios-antes-dos-20-anos.html


domingo, 6 de abril de 2014

14 competências fundamentais a todo bom empreendedor

Pesquisas mostram traços de comportamento que se manifestam e se combinam de diferentes maneiras e em diferentes graus de intensidade, em diferentes pessoas. Alguns desses traços de comportamento integram as competências que todo empreendedor deve desenvolver


Diversas pesquisas têm sido feitas sobre o comportamento do empreendedor. Essas pesquisas mostram traços de comportamento que se manifestam e se combinam de diferentes maneiras e em diferentes graus de intensidade, em diferentes pessoas. Alguns integram as competências que todo empreendedor deve desenvolver.
Traçando um perfil característico, destacamos além do que citamos acima, as seguintes situações de comportamento da personalidade de um empreendedor: (em ordem de prioridade):

1. Senso de oportunidade

Antecipar-se aos fatos e criar novas oportunidades de negócios.

2. Dominância

Ter compreensão do assunto e prática do fazer.

3. Agressividade e realização

Ter energia para fazer acontecer.
 Foto: Shutterstock

4. Autoconfiança

Ter segurança em relação a seus propósitos.

5. Otimismo

Ser capaz de reagir bem, até na hora das dificuldades.

6. Dinamismo

Ter capacidade de agir de modo adequado sobre a realidade, sendo rápido e apresentando soluções.

7. Independência

Não sentir a necessidade de ter um "empurrãozinho" de outros para se mover e se animar.

8. Persistência

Ser capaz de manter-se firme e constante, sem perder a objetividade.

9. Flexibilidade e resistência a frustrações

Possuir a habilidade de rever posições, assumir o novo e ceder quando preciso.

10. Criatividade

Ser capaz de encontrar caminhos e soluções viáveis e reais.

11. Propensão ao risco

Saber calcular coerentemente os níveis de risco envolvidos.

12. Liderança carismática

Ter equilíbrio em liderar, para vencer com visão em um todo.

13. Habilidade de equilibrar sonho e realidade

Ter conhecimento de planejamento e de gerenciamento.

14. Habilidade de relacionamentos

Manter relacionamentos de forma objetiva, mas com critérios de respeito ao próximo e cordialidade.
Percebemos então, que o conceito de empreendedorismo é secular. Tão antigo, que pesquisar sobre o tema não é difícil. Existem muitas definições sobre o que é ser empreendedor, quais as suas características e o que é empreendedorismo, mas todas chegam a um denominador comum que é o de inovar, criar algo que vá além das necessidades e desejos do ser humano.
Aqui, observamos e aprendemos que o entendimento de tais características inerentes a personalidade empreendedora, contextualiza fortemente nosso momento mundial. A presença e força dos perfis empreendedores norteiam mudanças e quebram paradigmas a cada nova descoberta ou avanço da dita sociedade aprendiz. Isso mostra o quanto é importante ter consciência e responsabilidade com a formação de pessoas e profissionais que darão continuidade a este estado de mudança comportamental no homem.
Identificamos também, que não existe um perfil totalmente ideal de empreendedor. Os empreendedores podem ser sociáveis ou taciturnos, pragmático ou intuitivos, precavidos ou atrevidos. Não se pode definir um modelo único de perfil empreendedor. Existem sim, as características básicas que permitem, um nível de classificação. Apreende-se, desse resultado, um chamado ao compromisso maior por parte do empreendedor: que passa de "Ser" observado ao "Ser" da séria responsabilidade de condutor de novos modelos de empreendimento, sendo um facilitador de ações que gerem riquezas em todas as áreas.
Diante do que tratamos, verificamos que: identificar, buscar e imitar as atitudes de pessoas que tenham perfil empreendedor, principalmente no seu ritmo e dedicação ao trabalho, contribuirá para o desenvolvimento de nosso processo de crescimento como pessoas e profissionais, e assim contribuiremos de forma geral, para uma nação verdadeiramente renovada e produtiva.
Andrea Teixeira Guilhermon - @DeaGuilhermon
Fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/administracao-e-negocios/14-competencias-fundamentais-a-todo-bom-empreendedor/70604/

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

As diferenças entre o empreendedor e o gestor


O empreendedor é feito de comportamento e atitudes e o gestor é forjado na disciplina e técnica administrativa
O primeiro impulso após ter um sonho de empreender é acreditar, e muito além de acreditar é colocar a mão na massa. Trabalhar e trabalhar... Quem acredita que sendo empreendedor vai trabalhar menos, que como colaborador de uma empresa, está profundamente enganado. Se o que te move a empreender, é o pensamento de trabalhar menos, muito provavelmente terá uma grande decepção.

Recentemente assisti a um vídeo do grande Silvio Santos, um dos maiores comunicadores e empreendedores que conheço. No vídeo ele fala de forma bem informal para seus colaboradores, deixa bem claro, entre outras dicas, a que considero mais simples e mais profunda que é:

"Só não segue o objetivo, quem acredita que as coisas são fáceis. Todas as coisas são difíceis, todas as coisas tem que ser lutadas. Quando você consegue uma coisa fácil, desconfie, porque ela não é tão fácil quanto parece. Continue trabalhando, continue apostando na sua intuição, continue com os pés no chão. Não se importe com que sua esposa fala, com que seus filhos falam, com que seus amigos falem. Se importe com que você vive no dia-a-dia. Pelo menos foi assim que eu conseguir ir de camelô a banqueiro" 1

Silvio Santos

O ser empreendedor é um ser de comportamentos específicos, confunde-se comumente gerir um negócio com empreender, e nada tem em comum. O administrador é um profissional moldado em esforço no estudo de técnicas administrativas, comprovadas após utilizadas em organizações.

O empreendedor é motivado pelo comportamento e atitude, é alguém que gosta do imprevisto, do risco, da instabilidade de empreender. Certa vez ouvi um amigo dizer que empreender é solitário, e é mesmo, pois as decisões são solitárias. Empreender é absorver as dificuldades, a instabilidade de um ambiente e transformá-lo virtualmente em um ambiente seguro e confortável para quem não consegue lidar com essas variáveis.

Todo os administrador pode ser um empreendedor, mas o empreendedor nem sempre é um bom administrador. Muitos empreendedores quebram por não aceitarem que não são bons gestores e não terem humildade para reconhecer tal fato, procurando aperfeiçoamento ou ajuda de um profissional, de um administrador.

Uma pesquisa do Sebrae2 demostrou que das empresas que se tornaram inativas, 68% tiveram como motivo declarado a dificuldade com habilidades gerenciais.

Estas pesquisas comprovam que fazer um negócio acontecer, é uma coisa e mantê-los saudáveis, depende muito de capacidade gerencial. Neste ponto que reforço a importância do profissional de gestão, capacitado para tal.

O empreendedor pode até gostar de gerir, mas geralmente gosta mais de empreender e são coisas quase que antagônicas, em devidos momentos, atitudes empreendedoras, se olhadas pelo prisma da teoria administrativa, não passaria de total loucura. Posso falar isso, pois, estudei sete anos de administração de empresas e se me dissessem, ainda nos bancos acadêmicos, que tomaria decisões baseadas em intuição, eu consideraria essa pessoa um herege corporativo.

O empreendedor muitas vezes se vale de intuição e bom senso, para assumir o risco, fatores totalmente subjetivos o movem. O que é bom senso para mim, pode não ser para o outro. O empreendedor oferece soluções antes de serviços, vende pelo resultado e nunca pelas características de seu produto/ serviço. Ser empreendedor é uma cultura.

A maioria dos empreendedores cruzaram em seu caminho pelo fracasso, mas se temos 68% de empresas que quebram antes dos quatro primeiro anos, por que não somos comumente defrontados com história de fracasso?

Pesquisando no Google por Histórias de Sucesso ceguei a 7.690.000 resultados contra 1.290.000 de histórias de fracassos. Sabe por que isso acontece?

Espera aí! se somente 32% das empresas sobrevivem nos primeiro quatro anos, por que tão poucas histórias de fracasso? não deveria ser ao contrário?

Essa discrepância estatística se deve ao fato de que o empreendedor conta seus insucessos pela vitória, ou seja, o fracasso foi só uma etapa para conquista da vitória. O empreendedor é resistente ao fracasso e faz dele trampolim para a vitória.

O empreendedor é focado no reconhecimento, até aceita o dinheiro como medalha, mas seu prazer é pela competição. O empreendedor é meio como um atleta, é tolerante a falhas, mas é obcecado pela vitória.

Quando a rotina começa é hora de um empreendimento novo. Esse é o ser empreendedor.

1Vídeo disponível no meu site pessoal no link: http://ricardoverissimo.com.br/2012/06/aprendendo-com-o-mestre-silvio-santos/

2 www.biblioteca.sebrae.com.br/bds/bds.nsf/.../NT00037936.pdf

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Concurso desafia jovens empreendedores a mostrarem seus projetos em 3 minutos


Podem participar candidatos a mestrado e doutorado, jovens profissionais, cientistas, pesquisadores e empreendedores com menos de 35 anos

O Falling Walls Lab é um evento voltado à apresentação por jovens de inovações transformadoras para um júri de notáveis acadêmicos e executivos. Em um formato desafiador, os candidatos têm apenas 3 minutos para apresentar suas ideias.
O evento é promovido pela The Falling Walls Conference, encontro anual realizado em Berlim pela Falling Walls Foundation, organização sem fins lucrativos apoiada pelo Ministério da Educação e da Pesquisa da Alemanha e diversas outras instituições.
Podem participar  candidatos a mestrado e doutorado, jovens profissionais, cientistas, pesquisadores e empreendedores com menos de 35 anos e propostas de inovações transformadoras em qualquer área do conhecimento.

O evento será realizado no dia 1° de outubro de 2012, a partir das 18h, no Club Transatlântico, Rua José Guerra, 130, Chácara Santo Antônio, São Paulo, SP. As inscrições estão abertas até 16 de setembro. 

O vencedor estará classificado para o Final Lab, em Berlim, que será realizado no dia 8 de novembro de 2012. Também poderá participar, com as despesas pagas, da Falling Walls Conference – The Conference on Future Breakthroughs in Science and Society, que será realizada no dia 9 de novembro na capital da Alemanha.
A conferência, que tem apoio da Alexander von Humboldt Foundation terá como palestrantes 20 cientistas renomados que abordarão o tema "Quais serão os próximos muros a cair?". Monique Breteler, do German Centre for Degenerative Neurological Illnesses, e Hal Varian, economista chefe do Google serão dois dos palestrantes.
As outras etapas do Falling Walls Lab ocorrerão na Turquia (10 de setembro), Romênia (11 de setembro) e África do Sul (21 de setembro).
Mais informações e inscrições: www.falling-walls.com/lab/apply