segunda-feira, 6 de outubro de 2014

10 características de um chefe ruim



Descubra o que você está fazendo de errado e como isso pode prejudicar a sua equipe


Será que você está sendo um chefe ruim sem notar?  (Foto: Thinkstock)

Os líderes de uma empresa nem sempre são bem avaliados pelos funcionários. As causas são muitas: uma postura arrogante ou autoritarismo são algumas delas e acabam atrapalhando uma relação que poderia ser saudável e de confiança.
Chefes que não têm conhecimentos básicos para a gestão de uma equipe podem comprometer o desempenho de um negócio, seja ele pequeno ou grande.
Listamos, abaixo, as dez piores atitudes que acabam com o seu poder de liderança:
1. Indecisão
Bons líderes precisam ser capazes de tomar decisões rapidamente. Aqueles que não conseguem são considerados fracos para a equipe, que percebem a a insegurança e o medo de errar transmitidos pelo chefe. 
2. Teimosia
Não ouvir o que os funcionários têm a dizer a respeito de determinado assunto é um dos maiores erros dos chefes, que normalmente acreditam estar sempre com a razão. Todas as pessoas têm um modo diferente de analisar algumas situações e isso pode contribuir para os negócios da empresa.
3. Arrogância
A arrogância é um dos piores traços encontrados nos líderes. Acredite: nenhum funcionário quer ouvir você se gabar de algo o tempo todo. Isso só faz com que você seja criticado na empresa.
4. Antipatia
Se você não é um chefe simpático, que passa uma boa impressão aos funcionários, provavelmente você e sua equipe terão uma grande falha na comunicação, já que haverá certo distanciamento entre vocês. Consequência: o empenho da empresa vai declinar.
5. Achar culpados
Maus líderes tendem a achar culpados para tudo que acontece de ruim com a empresa. Se você quer ser um bom profissional, assuma os erros dos seus funcionários e resolva o problema em equipe. Não aponte sempre os erros. Saber a hora de elogiar também é importante.
6. Ser emotivo
Ás vezes é complicado separar a razão da emoção. Mas, líderes que tomam qualquer atitude levando em conta apenas o emocional, sem analisar toda a situação e os dados obtidos, normalmente tendem a fracassar.
7. Desrespeito
Se você tratar seus funcionários de forma mal-educada, eles não terão prazer em trabalhar na sua empresa. Assim, o rendimento dos seus negócios vai cair. Para que você seja bem sucedido, deixe a equipe feliz e os problemas pessoais fora do ambiente de trabalho.
8. Cobrança
Todo funcionário precisa ter prazos e ser cobrado pelas suas tarefas, mas ficar em cima o tempo todo controlando os resultados e o andamento dos trabalhos dará a impressão, para toda a equipe, que você está desconfiando da capacidade dos que trabalham com você. É só saber dosar.
9. Tratar com favoritismo algum dos funcionários
É normal que alguns chefes tenham mais afinidade com determinados funcionários do que com outros. Porém, mostrar a toda equipe que existe um favoritismo vai causar um mal estar e ciúmes entre os profissionais que trabalham com você.
10. Manter sempre os olhos fechados para algo novo
Todos os bons líderes têm uma visão clara sobre todos os assuntos e pensam em longo prazo. Por não terem medo de inovar, estão sempre dispostos a mudar e ampliar os negócios da empresa.
Http://http://revistapegn.globo.com/Noticias/noticia/2014/07/10-atitudes-que-te-tornam-um-chefe-ruim.html

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Como sobreviver no trabalho com um chefe muito crítico? Veja dicas

Profissional deve considerar as críticas e avaliar seu desempenho.
Se reclamações forem injustas, funcionário pode conversar com o gestor.
 
Muitas críticas e poucos elogios podem acabar com a disposição do profissional no ambiente de trabalho. Quando a bronca é injusta, a situação pode ficar ainda pior. Mas o funcionário que sabe questionar as críticas pode transformar a raiva em uma relação profissional melhor.
 
Segundo Beth Taylor, consultora de carreiras do PayScale, o profissional precisa ter um bom "jogo de cintura" para aprender a conviver com o chefe crítico. "Às vezes, é o empregado que terá que determinar o quanto a crítica é construtiva ou injusta", diz.
 
Considere as críticas

 O primeiro passo para lidar com as críticas no trabalho é se afastar do ego e de todos os sentimentos negativos e pessoais que o profissional possa ter contra o gestor. Um chefe rude, que normalmente critica seus funcionários e quase não faz elogios, não possui liderança e habilidades interpessoais, mas isso não signifca que sua percepção de qualidade de trabalho seja errada, segundo Beth Taylor.
O profissional precisa pensar em críticas específicas, ser objetivo e procurar a sua validade. Ele pode tentar responder a algumas perguntas como "existe algo que pode ser melhorado?" e "é possível aprender com a experiência?'". Se as respostas forem positivas, ele pode tentar entender o fundamento das críticas e melhorar.
 
Críticas injustas

 Se as críticas realmente forem injustas, o profissional pode conversar com o chefe. O ideal é evitar o confronto direto com frases como "você foi injusto comigo". A melhor opção é discutir a situação e não o comportamento do chefe.
De acordo com Beth, não existe nenhuma garantia de que o gestor será receptivo, mas se o funcionário juntar seus bons resultados e mostrar como está ajudando a empresa, ele pode ter sucesso na conversa.
 
Lidando com o estresse

 Chefes muito críticos e que não são abertos para sugestões causam grande estresse na equipe e ainda podem prejudicar a produtividade e os resultados. Segundo a American Psychological Association (APA), o que causa estresse emocional em uma pessoa pode não ser tão impactante para outra, por isso é importante que o profissional analise realmente o que causa esse estresse.

Se a resposta for o chefe, a melhor opção para resolver o problema é conversar e tentar uma boa convivência. A possibilidade de ter essa discussão já vai deixar o funcionário com mais energia emocional e mais dedicado ao trabalho, segundo Beth.
 
 

domingo, 28 de setembro de 2014

3 verdades sobre abrir uma empresa que ninguém contou para você



Empreendedor americano mostra a realidade de começar um negócio

Abrir um negócio é mais difícil do que parece  (Foto: Thinkstock)
Muitos empreendedores entram no mundo dos negócios achando que tudo será maravilhoso e tranquilo. O que poucos sabem é que a experiência pode ser um pouco mais difícil. O empreendedor Logan Chierotti, cofundador da empresa de gestão de reputação na web InternetReputation.com, usou o espaço do site da revista Inc. para listar o que ele acha que são três verdades que poucas pessoas contam sobre o empreendedorismo.
1. Resolver problemas é o seu novo trabalho
Saiba que você irá enfrentar problemas o tempo todo: de todos os tipos e tamanhos, que exigirão energia, tempo e muita sanidade. Se você resolver abrir um negócio negando esse fato, afirma Chierotti, haverá grandes chances de você desistir logo no começo. E, se você não for capaz de superar cada um deles, sua empresa fracassará, não importa quão genial seja sua ideia ou preparada seja sua equipe. O bom dessa verdade é que você aprenderá – ou pelo menos deverá aprender – com o tempo e a cada dificuldade superada, tornando os próximos desafios menos complicados.
2. Você sempre é o último a ser pago
Segundo Chierotti, ele demorou um pouco mais para entender essa verdade. Seus funcionários, fornecedores, locatários, empreiteiros e qualquer empresa que forneça algum tipo de serviço serão prioridades na hora de distribuir os lucros. Afinal, sem eles, seu negócio não existiria. Por isso Chierotti recomenda que você guarde algum dinheiro para poder se sustentar e pagar despesas pessoais enquanto seu negócio ganha tração.
3. Nada de folgas ou férias
No começo, você terá que trabalhar muito mais do que quando tinha um emprego tradicional. Para Chierotti, empreender é ser responsável por uma máquina que não para. Você precisará abrir mão de férias, folgas e vida pessoal, pelo menos até a sua empresa crescer o suficiente para você poder contratar mais pessoas e dividir funções. Chierotti dá como exemplo sua própria carreira: atualmente são necessários sete funcionários para fazer o que ele antes desempenhava sozinho no começo do seu negócio.
Fonte: http://revistapegn.globo.com/Dia-a-dia/noticia/2014/09/3-verdades-sobre-abrir-uma-empresa-que-ninguem-contou-para-voce.html

10 jovens que ficaram milionários antes dos 20 anos



De geleia a reparo de computadores: eles encontraram uma forma de faturar alto
Eles conseguiram o primeiro milhão antes dos 20 anos  (Foto: Reprodução)

Muitos empreendedores alcançam o sucesso antes mesmo de idade suficiente para beber ou dirigir um carro. Seja com uma ideia brilhante ou um olhar diferente, o grupo abaixo se destacou por alcançar o seu primeiro milhão antes dos 20 anos de idade. Confira a seleção:
1. Ashley Qualls: ela fundou o WhateverLife.com em 2004, quando tinha apenas 14 anos, para mostrar suas habilidades em criar designs para o então popular MySpace. Seu trabalho ficou tão conhecido que um comprador anônimo ofereceu US$ 1,5 milhão para comprar o portal e ainda incluiu um carro na oferta. A menina recusou.
2. Juliette Brindak: com apenas 10 anos, ela começou a fazer alguns desenhos de meninas descoladas e, aos 16, criou uma rede social complementar a esses seus personagens. Sua empresa Miss O & Friends vale cerca de US$ 15 milhões.
3. Sean Belnick: com US$ 600, esse americano criou um site para vender itens usados como cartas de jogos. Ele mudou o seu negócio para vender móveis e assim surgia a BizChair.com, que faz muito sucesso no mercado. Quando o empreendedor completou 20 anos, seu negócio já valia US$ 24 milhões.
4.  Adam Horwitz: aos 15, ele se desafiou a conquistar seu primeiro milhão antes dos 21. Conseguiu o feito criando o aplicativo Mobile Monopoly, que é um tutorial para aprender mobile marketing.
5. Jon Koon: quando tinha 16 anos, esse jovem usou o crowdfunding para montar a loja de autopeças Extreme Performance Motorsports. Ele conseguiu um contrato para fornecer produtos para programas da MTV e ainda fechou uma proposta para criar uma linha de roupas. Seu negócio já vale US$ 40 milhões. 
6. Cameron Johnson: quando completou 11 anos, ele já ganhava dinheiro criando cartões comemorativos. O menino investiu então na SurfingPrizes.com, uma barra de ferramenta que usava publicidade pop-up para faturar cerca de US$ 350 mil por mês. Antes de sair do colegial, Johnson já tinha feito seu primeiro milhão.
7. David e Catherine Cook: os irmãos criaram a rede social para amigos de escola MyYearbook.com quando ainda eram colegiais. Hoje o site vale mais de US$ 100 milhões.
8. Nick D'Aloisio: um dos nomes mais conhecidos da lista, esse australiano vendeu seu aplicativo Summly – que usa uma inteligência artificial para resumir notícias –  por US$ 30 milhões para o Yahoo. Ele tinha apenas 17 anos.
9. Tyler Dikman: quando jovem, ele cobrava US$ 15 dólares para consertar computadores. Suas habilidades chamaram a atenção de executivos da Merrill Lynch, que o contrataram com apenas 15 anos. Logo depois ele começou sua empresa de reparos, a Cooltronics, conquistando assim seus primeiros milhões.
10. Fraser Doherty: com 14 anos, esse escocês começou a ganhar dinheiro fazendo geleia, a SuperJam. Quando uma grande rede de supermercados quis distribuir seu produto, ele pediu um empréstimo de US$ 9 mil para crescer e se tornou um milionário.
Fonte: http://revistapegn.globo.com/Noticias/noticia/2014/09/10-jovens-que-ficaram-milionarios-antes-dos-20-anos.html